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Contexto Econômico – Ed.578

de Fernando Cunha
8 de julho de 2016
em Contexto Econômico
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Anapolino na ABIC

O empresário anapolino Wilson de Oliveira, presidente da FIEG Regional de Anápolis foi indicado para representar a região Centro-Oeste na Associação Brasileira de da Indústria de Café (ABIC). O convite foi formulado pelo presidente da ABIC, Ricardo de Souza Silveira, eleito recentemente para a gestão 2016-2019.
Wilson de Oliveira participa das diversas reuniões setoriais, promovidas para discutir o atual momento da produção cafeeira no País. Além das instabilidades climáticas que afetam as lavouras, este segmento da economia nacional passa por mudanças regulatórias e problemas na produção.

Faróis aceso
Independentemente do horário, a partir deste dia 08 os usuários das rodovias federais e estaduais terão de trafegar com faróis baixos, cumprindo uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). Embora não existam referências que comprovem, o órgão acredita que esse simples procedimento contribuirá para a redução de acidentes frontais, aumentando a segurança nas estradas.
No entanto, para a Polícia Rodoviária Federal, o uso do farol baixo nas estradas permite que um veículo seja visualizado a uma distância de três quilômetros, o que pode reduzir os índices de acidentes. O farol baixo não pode ser substituído por farol de milha, farolete ou farol de neblina. O descumprimento da exigência implica em autuação do infrator, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na CNH, considerada uma infração leve.

Milionários em queda

Entre as grandes economias do mundo, o Brasil foi o país que mais perdeu milionários em 2015. De acordo com levantamento publicado pela empresa de consultoria Capgemini, o número de ricos e ultrarricos brasileiros passou de 161 mil, em 2014 para 149 mil no ano passado, uma redução atribuída pela empresa de consultoria à recessão, à queda do valor das bolsas e à desvalorização do Real.
A queda, de 7,8% vai na contramão de uma tendência mundial. Isso porque, o mesmo estudo descobriu que os ricos do planeta estão mais ricos do que nunca, acumulando uma fortuna de US$ 58,7 trilhões. A empresa considerou ricos os donos de fortunas acima de US$ 1 milhão, sem incluir suas propriedades, carros ou obras de arte, enquanto que os ultraricos têm fortuna que ultrapassa a US$ 30 milhões.

Débitos de ICMS
A Secretaria Estadual da Fazenda (SEFAZ) já iniciou o encaminhamento de notificações extrajudiciais para todos os contribuintes com débitos no recolhimento do ICMS que serão inscritos na dívida ativa. Até o início da semana já haviam sido enviados para o Domicílio Tributário Eletrônico mais de 2.800 cartas aos devedores de tributos estaduais.
A Gerência de Recuperação de Crédito da SEFAZ está alertando os contribuintes que os responsáveis legais pelos débitos inscritos na dívida ativa serão encaminhados ao sistema de cadastro dos serviços de proteção ao crédito. Caso não seja efetuado o pagamento, serão propostas, no Judiciário, ações de execução fiscal com possibilidade de penhora de bens, cobrança de honorários, além de demais custos processuais. Quem quiser se antecipar e evitar penalidades a Secretaria aconselha a procurar uma unidade do órgão, ou, acessar o seu site na internet.

Vendas diretas
A falta de perspectiva de conseguir um emprego com carteira de trabalho assinada está levando muitas pessoas, especialmente os mais jovens, a encontrarem nas vendas porta a porta uma saída para se sustentarem. Juntas, as empresas de venda direta como a Shake, Amway e Herbalife, dentre outras, fecharam 2015 com mais de 4,6 milhões de revendedores no País.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, trata-se de um contingente formado por jovens desempregados e outros trabalhadores que viram na venda direta um refúgio para sobreviver, neste momento de crise e de falta de oportunidades de emprego. Sem solução à vista, a ABEVEL acredita que o número destes revendedores deverá ultrapassar a cinco milhões até o final do ano.

Poupança desidratada

Pode parecer enfadonho ou mesmo insistência, mas, em época de crise não tem como fugir do trivial e abordar suas consequência porque boas notícias sobre a economia estão em falta. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que o aumento do desemprego e a inflação em alta fizeram com que a retirada de recursos da caderneta de poupança aumentasse 10,5% no primeiro semestre.
No período, foram retirados da poupança R$ 42.206 bilhões, o maior volume da série histórica do Banco Central, iniciada em 1995, portanto, há exatos 21 anos. No primeiro semestre de 2015, o volume de saque foi de R$ 38.542 bilhões, até então o pior resultado dessa popular aplicação, superado, agora, nos seis primeiros meses do ano. O Banco Central acha que essa deteriorização da poupança se dá por causa da piora do cenário econômico, além do fato de outros investimentos terem se tornado mais atrativos.

Aposentadoria sem investimento

Uma pesquisa do SPC Brasil mostra porque os saques têm sido maiores do que os depósitos na caderneta de poupança. Mais de 50% dos brasileiros com vida economicamente ativa não se preparam para a aposentadoria, seja por causa da desinformação e, mais ainda, pela falta de recursos para que no futuro seja um aposentado condizente com a sua condição de vida atual.
O estudo do SPC Brasil constatou que 74,1% dos brasileiros contribuem de alguma forma com o INSS, como assalariado ou autônomo. O mesmo estudo indica que excluindo a previdência pública, seis de cada dez brasileiros não fazem nenhum tipo de investimento voltado para a aposentadoria. Com isso, não se preparam para a redução de renda que terão quando pararem de trabalhar. O mais grave de tudo isso é que, quanto mais velhos, mais caros ficam os planos de saúde e maior a propensão a ter problemas de saúde, que precisam de remédios mais caros.

Recuperação judicial bate recorde

A gravidade da atual crise econômica fez com que o número de pedidos de recuperação judicial batesse recorde de janeiro a junho, período em que a Serasa registrou um aumento de 87,6% ante igual intervalo de tempo de 2015. Foram 923 pedidos, o maior para um primeiro semestre desde 2006, segundo levantamento do Serasa Experian. Em 2015, foram 492 pedidos, contra 411 em 2014.
No acumulado do semestre, as micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de pedidos de recuperação judicial, com 533 casos. Em seguida, vêm as médias empresas, setor da economia que formalizou 246 requerimentos e pelas grandes, com 142 pedidos.

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