A Câmara Municipal de Anápolis retomou as atividades após o recesso parlamentar. O Congresso Nacional também. Pautas, discussões diferentes e algumas polêmicas.
O retorno

A Câmara Municipal de Anápolis realizou no começo da semana, as três primeiras sessões que abriram o ano legislativo de 2026, ano de eleições gerais no país. Tema, aliás, que passou desapercebido.
A discussão mais ampla foi em torno do clássico de uma torcida só, do Galo e da Rubra. Teve até vereador cacarejando no plenário. Coisas do parlamento. Somente um projeto de lei chegou a ser votado, embora vários tenham iniciado tramitação nas comissões. Por outro lado, houve votação de dezenas de requerimentos, indicações e moções.
Esse é o segundo ano da atual Mesa Diretora, sob a condução da vereadora Andreia Rezende (Avante). Não demora, aliás, e começam as conversas em torno da sucessão da Mesa. (Foto: Câmara- Divulgação)
Pautas e polêmicas

O Congresso Nacional iniciou as atividades de 2026, com expectativa de muitas pautas polêmicas. Na mensagem encaminhada pelo Governo, uma das prioridades é o fim da escala 6X1 para os trabalhadores, ou seja, dos seis dias de trabalho e um de descanso.
Essa matéria, inclusive, está pronta para ser votada no Senado. Outro tema palpitante é o veto total do governo ao chamado PL da Dosimetria, que prevê a redução de pena para condenados pelos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023.
A oposição articula a derrubada do veto presidencial, enquanto o governo busca manter a decisão do presidente Lula (PT). (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
Regras eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou na quinta-feira (5/2), as audiências públicas realizadas com o objetivo de colher contribuições da sociedade para a definição das regras que vão nortear a realização das eleições gerais de 2026.
Obviamente que as minutas já estão devidamente preparadas, mas elas poderão ser acrescidas com as sugestões apresentadas. Uma maneira democrática de abrir a Justiça Eleitoral para esse processo de construção do processo eleitoral desse ano.
A expectativa, agora, é a publicação dessas regras e do calendário eleitoral. (Foto: Alejandro Zambrana- Secom/TSE)
Vanderlan X Gayer

O senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o deputado federal Gustavo Gayer (PL) continuam às turras.
O senador usou suas redes sociais para desmentir o deputado em relação ao seu posicionamento sobre a proposta de pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Vanderlan disse que assinou, mas seu nome não apareceu agora porque está licenciado.
E, ainda, falou que Gayer usa a imunidade para falar o que quiser, “mas a imunidade não é autorização para cometer crimes”, disparou o senador. Essa guerra verbal tem um pano de fundo: as eleições desse ano.
Vanderlan é candidato à reeleição e Gayer quer disputar o cargo, chegando bem cotado nessa disputa. Imagina o que virá ao longo da campanha. (Fotos: Internet)

- Bloco de concreto. Só vai ter esse bloco no carnaval de rua de Anápolis, segundo o prefeito Márcio Corrêa. Ele não vê motivo, inclusive, para a realização da festa, por falta de tradição e porque, principalmente, há outras prioridades no enredo.
- Que coisa! Não é mais o mesmo discurso floreado de outrora entre o presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB) e o governador Ronaldo Caiado (PSD). O governo reteve R$ 22 milhões da Alego. No rebote, Peixoto diz que só devolverá sobras (de R$ 600 milhões), em obras.
- O deputado Bruno Peixoto, aliás, deve deixar o União Brasil na janela partidária. As informações é que ele deve desembarcar no PRD.
- De autoria do deputado Issy Quinan (MDB), a Lei nº 24.042/2026 assegura ao consumidor o direito de receber, em meio físico, faturas, contas e boletos de serviços públicos em Goiás, sem qualquer cobrança adicional.
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