Um acidente trágico ocorrido na última segunda-feira, 15, tirou precocemente a vida da professora Thalita dos Santos Bueno, de 20 anos de idade. Ela era estagiária na Escola “Gente Miúda” e, no dia do acidente, passava pela Rua Joaquim Propício de Pina, quase na esquina com a Avenida Santos Dumont, quando teria caído de sua moto ao passar em um buraco naquela via. Um carro que vinha atrás acabou colhendo-a e arrastando-a por alguns metros.
Thalita foi socorrida no local pelo SAMU e encaminhada ao Hospital de Urgências “Dr. Henrique Santillo”, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
A motorista do carro deu assistência à vítima. Ela, também, fez o teste de alcoolemia, que nada constatou de embriaguez. O caso, que está sendo investigado pela Polícia, causou muita comoção na Cidade e repercutiu nas redes sociais, gerando, infelizmente, um debate de viés político e não considerando o fato principal, ou seja, a perda de uma vida jovem e a tragédia que abalou a sua família.
Após o acidente, chegou a ser informado que os pertences de Thalita, dentre eles, um notebook e um celular, teriam sido furtados. Mas, em um comunicado, a família dela informou que os dois objetos foram encontrados. O computador estava na casa e o celular dentro de uma mochila, danificado. No comunicado, a família relatou que tentará recuperar os dados do aparelho para guardar como lembrança.
O Prefeito Roberto Naves divulgou uma nota, relatando que acabava de chegar de viagem, na noite de segunda-feira, e estava se atualizando sobre o acidente ocorrido com a professora. Disse ele, por meio da nota:
“Em primeiro lugar, quero me solidarizar com a família, pedindo muito a Deus que conforte a todos. É uma situação extremamente lamentável, que ninguém deveria passar.
Quero dizer, também, que, compreendo as críticas, e independentemente das causas que, ainda, estão sendo apuradas, não vou me furtar de falar sobre buracos nas ruas. O fato é que estamos trabalhando muito para atender a todas as demandas da cidade. O problema é que em tempos de chuvas intensas como estamos, é praticamente impossível que os buracos não apareçam do dia para a noite. Mas, as nossas equipes de obras trabalham muito, dando o seu melhor para manter as vias nas melhores condições possíveis…
Situações como estas devem ser tratadas com responsabilidade, e, acima de tudo, humanidade. Deus conforte o coração da família e dos amigos da professora Thalita”.




