A balança comercial de Anápolis começa o ano de 2026 com um cenário um pouco diferente do início de 2025. As exportações feitas pelo município tiveram, no primeiro mês desse ano, uma variação de 455,9% em relação a janeiro do ano passado.
Em valores, as exportações registram agora em janeiro, um volume de US$ 23,8 milhões. Em janeiro de 2025, o valor foi na casa de US$ 4,3 milhões.
Com isso, a participação de Anápolis nas exportações de Goiás foi de 3,5%. Em relação às exportações do país, a participação foi de 0,09%. No ranking dos exportadores goianos, o município ficou com a 9ª posição, No Brasil, em 190º lugar.
As importações por Anápolis, ao contrário, registraram em janeiro desse ano, um volume de US$ 185,9 milhões. Em janeiro do ano passado, o valor apurado foi de US$ 212,2 milhões. Portanto, uma variação negativa de -12,4% na comparação.
Anápolis, entretanto, contribui com 44,7% das importações feitas em Goiás e por 0,9% das importações brasileira. O município continua em 1º lugar entre os importadores goianos e, no ranking nacional, ocupa a 26ª posição.
A corrente de comércio (exportações mais exportações), em janeiro desse ano foi de U$ 209,7 milhões, com variação negativa de -3,1% em relação a janeiro de 2025, cujo volume apurado foi de US$ 216,5 milhões.
O saldo (exportações menos importações) de janeiro/2026 é de -US$ 162,1 milhões.
Parceiros
O ano também começou um pouco diferente em relação aos parceiros comerciais, sobretudo, nas exportações feitas pelo município.
Aparecem encabeçando a lista dos principais compradores internacionais: Eslovênia (38,6% de participação); Romênia (27,2%); Indonésia (15,1%); Venezuela (4,9%) e Tailândia (2,9%).
Os principais fornecedores internacionais, em janeiro/2026, foram: China (28,2% de participação); Suíça (19,7%); Alemanha (17,9%); Japão (10,7%) e Estados Unidos (7,3%).
Produtos
Na pauta das exportações feitas por Anápolis, os principais destaques foram: – Torta e outros resíduos da extração de óleo de soja (86,5% de participação); – Óleo de soja e respectivas frações mesmo refinado, mas não quimicamente modificado (4,8%); – Alcoóis acíclicos e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados e nitrosados (3,9%).
Já nas importações, os destaques foram: – Sangue humano; sangue animal para usos terapêuticos, profiláticos e de diagnóstico. Antissoros; vacinas; toxinas; entre outros (45,9% de participação); – Medicamentos (12,6%); – Partes e acessórios de veículos (9,8%).
As informações são da plataforma Comex/Vis do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços- MDIC
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