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Base Aérea de Anápolis está no livro que celebra os 85 anos da FAB

de Claudius Brito
7 de fevereiro de 2026
em REPORTAGEM ESPECIAL
Reading Time: 4 mins read
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Caça Mirage- Força Aérea Brasileira- 85 Anos

Caça Mirage- Força Aérea Brasileira- 85 Anos

A Força Aérea Brasileira (FAB) é uma das mais importantes instituições. Pode-se dizer, é um dos maiores patrimônios do Brasil e do povo brasileiro. São 85 anos de história e essa história está registrada em um livro.

Lançada recentemente, a publicação, que está disponível no site da FAB, é um voo longo em céu de brigadeiro para quem gosta de aviação. Até mesmo, quem não tem tanto contato assim como esse universo, deve se impressionar com o alcance das atividades da Força Aérea, que extrapolam a defesa da soberania do espaço aéreo nacional.

Em 85 anos, a FAB foi esteio do Correio Aéreo Nacional, atuou em diversas missões humanitárias, criou escolas de formação, fomentou tecnologia e, claro, sem deixar de lado o compromisso de ser uma das guardiãs da segurança da Pátria.

Com 280 páginas, o livro carrega muita informação e histórias. Por exemplo, pouca gente sabe, mas o primeiro jato de caça brasileiro foi Gloster Meteor, de fabricação inglesa. O Brasil adquiriu 60 aviões numa negociação por 15 mil toneladas de algodão. Isso foi em meados da década de 1950. O último voo em missão do Meteor no país foi em 1971.

Era supersônica

Mas, para os bairristas de plantão, Anápolis está inserida nessa história da FAB. Aliás, com várias passagens e marcos importantes.

Um recorte nessa história está no capítulo “Era Supersônica”.

Em 1970, o governo, através da aeronáutica instituiu uma comissão para colher propostas para aquisição de aeronaves de caças mais modernas. Conforme o livro, na época, foram pré-selecionados as propostas: SAAB 35 Draken (sueco); British Aircraft Corporation Lightning (britânico) e Dassault Mirage III E (francês).

No dia 12 de maio de 1970, foi assinado o contrato para aquisição de 12 Mirage III monoplace e 4 biplaces para treinamento de pilotos. O voo inaugural aconteceu em 6 de março de 1972, em Bordeaux, na França. Oito pilotos brasileiros foram escolhidos para treinamentos em Dijon- França. Eles ficaram conhecidos como os “Dijon Boys”.

Para recepcionar esses caças supersônicos, a FAB criou uma ALA (ou Unidade Aérea) e o local escolhido foi Anápolis, a 140 quilômetros da capital federal, Brasília.

A Base Aérea de Anápolis (BAAN), foi instalada em 15 de setembro de 1970, pelo Decreto nº 67.203. Em  9 de janeiro de 1972, foi criado o Núcleo da 1ª Ala de Defesa Aérea (NuLADA).

Os Mirage vieram para o Brasil desmontados e foram transportados em aviões Hércules da FAB. O primeiro exemplar chegou em 1º de outubro de 1972 e o último em maio de 1973. Eles foram designados F-103E (monoplace) e F-103D (biplace). Os primeiros voos ocorreram no início de 1973.

No dia 6 de abril de 1973, quatro F-103E e dois F-103D voaram em formação sobre Brasíilia, marcando o começo das atividades de caças supersônicos pela FAB. Essas aeronaves voaram até o final de 2005 e foram desativados, com mais de 65 mil horas de voo em céus brasileiros.

Em 2006, foram adquiridos 12 Mirage 2000 da França. Eles voaram até 2011 (alguns, com ajuste, até 2013) e depois foram desativados.

Não acabou

A história é longa, mas não acabou. A BAAN ainda colocou Anápolis no voo da história da FAB com a incorporação das aeronaves R-99 do programa do Sistema de Vigilância da Amazônia, no começo da década de 1990.

Em 2019, no dia 4 de setembro, a Base Aérea de Anápolis recepcionou o KC 390 Millennium, fabricado pela Embraer.

No dia 22 de abril de 2022, chegou a mais nova aeronave de caça do Brasil, batizada de F-39 Gripen, fabricado pela SAAB, da Suécia.

E a história continua…!

As informações e imagens foram extraídas do livro: Força Aérea Brasileira- Oitenta Anos de História.
Clique aqui e acesse a publicação on line

Rótulos: capa

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