Mineração goiana
O setor mineral ocupa a segunda posição no ranking dos produtos exportados, representando 39% do total das exportações (dados de 2017). A Perspectiva é da geração de 175 mil empregos no setor mineral e é de 30 bilhões de reais a previsão de geração de renda nos próximos três anos em Goiás. O setor representa 4,34% das empresas extrativas de minerais no Brasil. Na classificação geral, Goiás é 1º lugar em produção de vermiculita (82,13%); 1º lugar na produção de níquel (45,47%); 2º produtor brasileiro de Bauxita (960 Kton); 2º maior produtor de fosfato (37, 24%), 2º produtor de cobre (21,77%) e 9,59% Ouro e, 2º produtor de nióbio (14,39).
Nossa Assembleia
A Governadoria sancionou a Lei nº 20.521, de 19 de julho de 2019, que institui o Dia Estadual do Porteiro. O novo diploma legal, oriundo de proposta do deputado Gustavo Sebba (PSDB) foi aprovado, definitivamente, em 25 de junho passado. Outra proposta: Projeto de lei de autoria do deputado Talles Barreto (PSDB) quer obrigar estabelecimentos comerciais do ramo alimentício a informarem aos clientes quando utilizarem produtos análogos ao queijo. Segundo o texto do projeto, o alimento em questão deverá constar no cardápio com a mensagem: “Este produto não é queijo”. Pois é…
Direto ao ponto
As discussões frugais envolvendo altas patentes do comando nacional destoam das necessidades do povo. Enquanto assuntos de menor importância superlotam espaços na mídia em geral, não avançamos nada em termos de qualidade de vida. Daí, a quase concordância com o dito popular de que “político é tudo igual”.
Depois de décadas, seguramente mais de seis, o Parque “Sócrates Diniz”, de fato, acabou. A venda do que restou de sua área às margens da Avenida Pedro Ludovico, onde, ainda, funcionavam alguns setores do Sindicato Rural, fez com que todas as atividades fossem para o novo parque, na BR 153, próximo a Interlândia.
O cabo de guerra travado entre a concessionária que explora a BR 060 e setores da comunidade, por contra do fechamento dos acessos a alguns bairros de Anápolis, ainda, vai dar o que falar. É que, com a nova ordenação, fica difícil transpor a pista, por conta dos guard rails ali instalados. Não existem passarelas na região.
Ficou a coisa mais sem graça assistir a jogos de futebol, tanto pela TV, quanto presencialmente. Culpa de quem? Do tal VAR (sistema de videomonitoramento que define os lances mais agudos da partida). Há casos em que s esperam cinco minutos, ou mais, para se definir uma jogada. “Assim não dá” diria FHC.
O executivo e comunicador David Dourado foi o único civil de Anápolis a receber, no mês passado, a Medalha do Mérito Tiradentes, tida como a mais alta honraria da Polícia Militar do Estado de Goiás. David mantém, na internet, um grupo onde são relatados os feitos, da PM goiana. Merecido…
Energia à prestação
Agora, os clientes da Enel (antiga CELG) passam a contar com o Portal de Negociação para conseguirem melhores condições de pagamento de contas de energia atrasadas. Com o Portal, o cliente pode escolher o número de parcelas e o valor da entrada que quer pagar, de acordo com as opções disponíveis para o seu perfil de crédito. Quem diria…
Big brother
Muita gente já anda com medo de tratar determinados assuntos pelo telefone celular, tendo em vista a avalanche de informações sobre aparelhos clonados, e/ou hackeados. Um risco para quem tem segredos de todas as vertentes. Vale, mais, o contato pessoal e, assim mesmo, com todo o cuidado, porque as pessoas podem estar sendo filmadas/fotografadas/gravadas. Um horror…
Decisões históricas
Na década de 60, um grupo político de Anápolis decidiu que os trilhos da Estrada de Ferro fossem retirados da área urbana da Cidade, culminando com a explosão da linha na passagem do centro para o Bairro Jundiaí e, de quebra, o pontilhão que ainda existe nas proximidades da Estação Rodoviária. A alegação era de que as composições férreas causavam muitos acidentes. Tempos depois, os trilhos forma retirados, deixando espaço para uma belíssima invasão (hoje ocupação urbana) em vários trechos do traçado. E, do que se soube, não se diminuiu a taxa de acidentes na Cidade.
Depois, um grupo de intelectuais entendeu que a parte 02 do Terminal Urbano deveria ser derrubada porque atrapalhava visão da sede da antiga Estação, desativada quando da retirada dos trilhos. Após idas e vindas, muita polêmica, muitas teses e teorias, defendidas, o Terminal, finalmente, foi ao chão.
Estes são, apenas, dois exemplos de movimentos eclodidos em Anápolis sem se consultar o povo. Um pequeno grupo decide e, as coisas acontecem. Esquecem-se de que essas obras são feitas com o dinheiro público.
A bola da vez, agora, é o prédio inacabado do que seria a ampliação da sede do Poder Legislativo (Câmara Municipal). Há correntes contrárias e, há correntes favoráveis sobre uma eventual demolição. Resta saber se o povo vai ser ouvido, ou se um pequeno grupo vai decidir se mantem o prédio ou se o joga ao chão. Aguardem os próximos capítulos desta interminável novela…
Energia X água
Já, por diversas vezes, a SANEAGO publicou notas de esclarecimento sobre a falta de água na Cidade, por causa de interrupções (ausência) de energia elétrica na região do Ribeirão Piancó (onde fica o sistema de captação de 80 por cento da água potável distribuída na Cidade), o que causa grandes transtornos (e prejuízos) à população.
Diante disso, já era tempo de a SANEAGO comprar (e instalar) um grupo gerador próprio em sua represa para que, em eventualidades, o sistema não fosse desativado. Claro que esta é uma decisão de diretoria (lá em Goiânia) e a impressão que fica é de que estaria faltando força política daqui de Anápolis para que isto ocorra.
Será que, pelo tanto de dinheiro que a SANEAGO arrecada diariamente neste Município não seria sensato, de parte dela, garantir a energia elétrica constante em suas dependências? E, não adianta cobrar da gerência em Anápolis. A decisão é da diretoria, da Presidência, da Secretaria do Meio Ambiente, do Governo do Estado. E, ponto!
Primeiro paciente
Não foi nenhuma criança a primeira pessoa a ser atendida na UPA com perfil pediátrico, inaugurada no final do mês passado pela Prefeitura. Foi, sim, um adulto: o jornalista Márcio Sousa, um dos mais benquistos profissionais da área na Cidade. Ele estava presente na solenidade de inauguração, quando foi atingido, na cabeça, por uma barra de ferro que se desprendeu de uma placa. Sofreu um corte na cabeça, sendo necessária a sutura com alguns pontos. Atendimento, por sinal, de excelência. Feito pela equipe que já estava de serviço no próprio dia da inauguração da UPA. Isso é que é eficiência!