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Boa Prosa – Por Nilton Pereira

de Nilton Pereira
24 de abril de 2025
em Boa Prosa, Colunas
Reading Time: 4 mins read
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Mais deputados federais

A bancada goiana na Câmara dos Deputados deve ganhar a vaga de número 18, que vai entrar para a disputa nas eleições gerais de 2026. A proposta, ainda, precisa ser aprovada até o final deste semestre. Esse ajuste valeria para a legislatura que terá início em 2027, observado o Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A correção, também, já é cobrada há algum tempo. No caso de Goiás, o estado tem um deputado federal a menos do que o Maranhão, que tem uma população menor que a goiana. Em 2023, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o número de deputados de cada estado deve ser revisto, em razão do Censo de 2022. E, determinou que o Congresso Nacional edite, até 30 de junho deste ano, uma lei que revise a distribuição do número de cadeiras de deputados federais em relação à população de cada estado. Com isso Goiás passaria de 17 para 18 deputados federais.

E, como se não bastasse, o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), já sinalizou a intenção de construir um acordo com o Supremo Tribunal Federal para aumentar o número de deputados federais no País. Pela sugestão de Motta, a Casa passaria a ter mais 14 deputados federais, além dos atuais 513, totalizando 527. O projeto prevê a alteração de bancada de 14 estados sendo que sete ganhariam cadeiras e outros sete perderiam vagas na Câmara dos Deputados. Mais deputados federais significaria mais gabinetes, mais carros, mais assessores, mais despesas, tudo debitado na conta do povo. 

Morar na rua

O volume de pessoas em situação de rua em todo o Brasil registradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal, em março deste ano, chegou a 335.151. Se comparado ao registrado em dezembro de 2024, quando havia 327.925 pessoas nessa situação, houve um aumento de 0,37% no primeiro trimestre de 2025. Em Goiás o número de registros diminuiu em comparação com a série histórica. Os dados são do informe técnico de abril do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/Polos da UFMG, divulgados na semana passada. O estudo foi feito com base nos dados disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome sobre o CadÚnico. O número apurado em março é 14,6 vezes superior ao registrado em dezembro de 2013, quando havia 22.900 mil pessoas a viverem nas ruas do País.

Vítimas inocentes

Multiplicam-se os acidentes domésticos, inclusive com vítimas fatais, por todos os cantos. Chamam a atenção, os casos de atropelamentos no ambiente doméstico (garagens e calçadas principalmente), na maioria das vezes, tendo como autoras, pessoas das famílias das vítimas. Esta semana, aconteceu, mais uma vez, em Anápolis, com uma criança de, apenas, um ano de idade sendo a vítima fatal. Já são quatro casos em menos de dois anos. Registros de anos anteriores, também, relatam várias dessas tragédias. Alguns por conta de simples descuidos, ou, falta de atenção, mas, cujos resultados são devastadores.   

De igual forma, casos em que crianças são vítimas fatais de afogamentos em ambientes domésticos (piscinas principalmente), também, constam de vários relatos de ocorrências policiais. Nesses casos, a lei manda que se abra o inquérito policial para a apuração das causas e circunstância dessas tragédias. Mas, independentemente do resultado, não há punição maior para um pai, ou, para uma mãe, do que carregar o sentimento de culpa pela morte de um filho, mesmo que não tenham sido (ele, ou, ela) os responsáveis diretos pelos fatos.

Esses episódios, entretanto, chamam a todos para reflexões mais profundas a respeito do cuidado para com as crianças. É claro que nenhum ser humano, em sã consciência, deseja, ou, procura, um resultado desses. O sentimento de proteção fala mais alto do que tudo. Entretanto, a realidade mostra situações terríveis e horríveis, grande parte delas, irreversíveis. E, é somente quem já passou por isso, direta, ou, indiretamente, sabe o quanto é doído. Todo cuidado é pouco com criança. (Nilton Pereira).

“Vovó espoleta”

No último domingo, moradores das proximidades do Estádio “Jonas Duarte” foram despertados pelo barulho de um acidente automobilístico, por volta de 11 da noite. Ao saírem da residência, viram que o carro de propriedade da família, uma caminhonete, havia sido abalroado por outra, o que causou danos materiais consideráveis nos dois veículos. Quando se aproximaram, notaram que quem dirigia a caminhonete que bateu na outra, parada, era uma mulher de 67 anos. Detalhe: ela estava completamente bêbada… O fato derruba a tese de que só os jovens são irresponsáveis no trânsito… 

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