Conta aberta
O presidente do INSS, Gilberto Waller, afirmou que a fonte primária dos recursos para ressarcir os aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em seus pagamentos sairá “dos bandidos, de quem roubou nossos aposentados e pensionistas”, referindo-se aos valores bloqueados na Operação Sem Desconto da Polícia Federal. No entanto, para agilizar o pagamento aos beneficiários sem a necessidade de longas ações judiciais, o Governo Federal abriu crédito de três bilhões e 300 milhões de reais do Tesouro Nacional para as devoluções. Esses pagamentos foram autorizados pelo STF a serem feitos fora do limite de despesas do arcabouço fiscal. A Advocacia-Geral da União, e outros órgãos, apresentaram um plano para o ressarcimento, para garantir o estorno integral dos valores. A ideia é que o governo, após ressarcir os beneficiários, ajuíze ações de regresso contra as associações ou instituições financeiras que efetuaram os descontos ilegais para recuperar o dinheiro. Acontece que, até agora, a bem da verdade, nem um dos “bandidos” foi condenado e nem se sabe se, um dia, o será. Os três bilhões e 300 milhões de reais saíram, conforme o próprio INSS, do Tesouro Nacional, ou seja, dinheiro do povo. E, essas tais ações de regresso, nem têm data de serem propostas. E, se forem, não vão dar em nada. Ou, será que alguém acredita que o dinheiro, ainda, esteja nas contas dos “bandidos”? Claro que não. Em resumo, o Governo, pra fazer média, e posar de justo na mídia, pega dinheiro do imposto que o povo recolheu, para pagar as contas das quadrilhas que roubaram dos aposentados e pensionistas. Aí, fica fácil… E, o povo? Ora, o povo que se dane!
O perigo das águas
O Brasil registra um cenário alarmante de segurança aquática, com uma média de uma morte por afogamento a cada 90 minutos. O índice representa 16 óbitos diários, um total aproximado de quase seis mil vítimas anuais. Com a chegada do verão, os casos apresentam um aumento significativo, especialmente em áreas litorâneas e balneários de água doce. As autoridades, principalmente os bombeiros e salva-vidas, alertam que a combinação de imprudência e consumo de bebidas alcoólicas é um dos fatores determinantes para as estatísticas negativas. Outro fator crítico é a negligência em relação à sinalização de segurança. Muitos banhistas (mar, rios, lagos, riachos, piscinas, etc.) superestimam sua capacidade física e não conseguem identificar os perigos do ambiente, como buracos e correntes de retorno. E, um dado lamentável é que grande parte das mortes por afogamento têm como vítimas crianças, cujos cuidadores vacilam, ou, negligenciam na guarda, o que, em muitos dos casos, resulta em fatalidade.
Balões de ensaio
Parece filme repetido… Todo ano eleitoral é a mesma coisa. O surgimento de “candidatos” é um fenômeno social verificado em Anápolis (provavelmente, em outras cidades também) com gente sem nenhum lastro político, mas que, coloca o nome na antiga versão do “se colar, colou”. Ou seja: busca (alguns conseguem) espaço na mídia, provavelmente para ganhos futuros, como emprego público, assessoria, favor pessoal e outras coisas, em troca do “apoio político”. Muitos desses (e, dessas) alegam pretenderem o cargo de deputado, mas, sabem que não teriam votos nem para síndico de prédio. E, ainda, há quem perca tempo com essa gente…
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