Duas perdas

O futebol anapolino está de luto. Em uma semana, dois dos principais expoentes das gerações passadas faleceram de causa naturais. O primeiro foi Zé França, (José França de Souza, aos 81 anos), cognominado “Príncipe do Futebol Goiano”, que jogou no Ipiranga Atlético Clube. Era considerado o mais elegante, mais versátil e mais técnico quarto-zagueiro da época. Depois, morreu Vinicius (Vinícius Nogueira Pinto Guedes, aos70 anos), lateral-direito que compôs o fantástico e lendário time da Associação Atlética Anapolina vice-campeão da Taça de Prata no início dos anos 80. Zé França e Vinicius, por certo, continuarão a povoar a memória dos que apreciavam e, ainda, apreciam, um futebol bem jogado.
Rodovia da morte?
O trecho da BR 414, entre Anápolis e Cocalzinho de Goiás tem sido palco de um assustador número de acidentes rodoviários, muitos deles com vítimas fatais. A mídia recente mostra que o envolvimento de veículos de todos os portes (passeio, utilitários, caminhões, ônibus carretas, motocicletas, etc.) em sinistros na rodovia, ceifou muitas vidas, deixou muitos sequelados e grandes prejuízos materiais. Ressalte-se que o pavimento da BR 414 é de boa qualidade e ela é bem sinalizada. Mas, os registros apontam que há muitos abusos, principalmente o excesso de velocidade e a embriaguez ao volante. Portanto, falhas humanas.
Por um novo hospital
A proposta de crescimento populacional para o futuro em Anápolis enseja a necessidade de projetos futuristas em diferentes áreas. A questão da água potável está bem encaminhada. O mesmo se pode dizer da política energética. Mas, há pontos a se considerar e a principal demanda continua a ser saúde. Não a atenção básica, que tem sido trabalhada. Mas, a média e a alta complexidades, hoje, represadas por falta de investimentos, principalmente do Governo Estadual. Anápolis carece de mais um hospital regional, como o HEANA, concebido há duas décadas e que, agora, não comporta, mais, o movimento para ele dirigido. Não adianta fazerem-se remendos, improvisações paliativos. Ou se aumenta a área física do HEANA, duplicá-la, pelo menos. Ou se constrói mais um hospital em outra área da Cidade. E, tem que ser logo. O tempo não para. Cadê os políticos anapolinos que não cobram isso do Governo do Estado?
Ataque dos mosquitos
Em áreas remanescentes da Mata Atlântica, mosquitos têm se alimentado com mais frequência de sangue humano do que de outros animais. É o que mostra um novo estudo da Fundação Oswaldo Cruz e da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A pesquisa, publicada na revista Frontiers in Ecology and Evolution, analisou mosquitos coletados em duas reservas naturais no Rio e encontrou um padrão que preocupa por ir além do incômodo das picadas. Esses insetos são vetores importantes de doenças. Se eles passam a se alimentar mais de humanos, cresce, também, o risco de transmissão de patógenos em regiões onde já circulam vírus capazes de causarem surtos.
Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região. Clique aqui.




