MDB e PL, dá casamento? Tem gente querendo. Em solenidade, prefeito Márcio Corrêa deu pequeno puxão de orelha na turma da mídia. E o Baú Eleitoral da coluna traz uma situação curiosa de um presidente por 13 dias, duas vezes.
Dá casamento?

O MDB de Daniel Vilela flerta nos bastidores para conquistar de vez o PL do senador Wilder Morais que, como Daniel, quer disputar a eleição para Governador de Goiás.
Se tiver chance de “casamento”, já tem até um padrinho: o deputado federal Gustavo Gayer (PL), que passaria a ser candidato da base de Ronaldo Caiado (UB), ao lado da primeira-dama Gracinha Caiado, já que são duas vagas.
Mas, ainda, não tem nada oficial, embora a conversa esteja fluindo.
O senador Wilder, por sua vez, continua firme no seu projeto político de 2026 e, para isso, tem que convencer uma parte do seu partido de que a melhor opção seria a candidatura própria.
Puxão de orelha

Durante a solenidade de entrega de uniformes e kits escolares no início do ano letivo na rede municipal de ensino, o prefeito Márcio Corrêa deu um puxão de orelha na turma da fotografia e da mídia que cobriam o ato.
É que os profissionais estavam se posicionando à frente do palanque e a plateia que estava atrás estava sendo prejudicada.
Corrêa quebrou o protocolo ao menos três vezes para pedir licença.
“Nem precisa filmar”, disse ele, pontuando que as pessoas que estavam ali queriam acompanhar. Não está errado. Tudo é questão de organização e, claro, bom senso.
História curiosa

O prefeito Márcio Corrêa contou uma história que é, no mínimo, curiosa. Ele disse ter recebido em gabinete, uma gestora de escola municipal que se dizia contra o processo de eleição.
Então perguntou a ela quantos candidatos estariam disputando o cargo de gestor(a) da unidade.
A resposta foi que era apenas a própria.
“Então desiste!”, recomendou o chefe do Executivo, lembrando que ele foi candidato três vezes, perdeu eleições, mas na última se elegeu. Se a “candidata” estava com medo de perder para si mesma, aí, de fato, é complicado.

Uma situação curiosa na história dos ex-presidentes do Brasil. Ranieiri Mazzilli, advogado e jornalista assumiu o cargo por duas vezes e, nas duas ocasiões, por 13 dias, na década de 1960. A primeira vez foi em razão da renúncia de Jânio Quadros.
O vice, na época, João Goulart, estava em viagem oficial à China e Mazzilli, que era presidente da Câmara de Deputados, assumiu entre 25 de agosto e 7 de setembro de 1961.
A segunda vez foi por conta da cassação de João Goulart pelo Congresso, em razão do golpe militar. Dessa vez, o período foi de 2 de abril a 15 de abril de 1964.
Mazzilli teve quatro mandatos consecutivos de deputado federal. Foi presidente da Câmara entre 1959 e 1965.

- Bons ventos sopram para os moradores dos bairros Paraíso e Novo Paraíso. O Prefeito Márcio Corrêa vai anunciar uma unidade de saúde e a regularização de imóveis na região.
- Mau gosto! Post no perfil do governador Ronaldo Caiado faz críticas ao PT na questão da segurança. E, para “ilustra”, tiros na bandeira do país e sangue vermelho jorrando.
- Apesar da expectativa, o TSE ainda não divulgou o Calendário Eleitoral de 2026, com as datas “fatais” a serem observadas pelos candidatos, partidos e, também, pelos eleitores.
- Mas, no primeiro semestre e início do segundo, o calendário terá, por exemplo: a janela partidária, o fechamento do cadastro eleitoral e a realização das convenções.
- Até quarta-feira (21), 13 proposições haviam ingressado no sistema de protocolo da Câmara Municipal de Anápolis. Um deles, da presidente Andreia Rezende, está propondo uma corrida anual em homenagem ao aniversário do DAIA.
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