Medida foi tomada após declarações do deputado estadual Humberto Teófilo, em sessão remota da Alego
A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) rompeu unilateralmente o contrato de permuta com a ETS, empresa que pretendia construir um shooping em uma área cedida pela gestão tucana no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA). Pelo acordo feito em 2017, a autarquia goiana repassaria um terreno onde ficava a 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil, que é bem localizada, em troca da construção da nova sede da coorporação, às margens da BR-060.
O prédio, que também acolhe várias delegacias especializadas de Anápolis, ficou pronto no final de 2018 e foi inaugurado em fevereiro deste ano. Em 2017, a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) fez contrato com a empresa ETS para permuta de área no Daia. A Codego cederia o terreno em que estava a 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil, dentro do Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA) para ser construído um pequeno shopping. A contrapartida da empresa privada era fazer a nova sede da 3ª DRP, às margens da BR 060/153. No final de 2018, o prédio foi concluído.
Segundo a Codego, no atual mandato, a única tratativa feita foi o repasse do terreno, cobrando o preço subsidiado ainda vigente no início deste ano, já quem a empresa entregou a sede da Delegacia Regional. “O que poderia ser visto como uma conquista da Polícia Civil, por meio do trabalho dos delegados regionais anteriores e do atual, foi motivo de críticas feitas em vídeo por um autodenominado representante da instituição na Assembleia Legislativa, Humberto Teófilo”, comentou a autarquia em release enviado à imprensa.
Sobre o fato do filho do empresário Carlos Cachoeira constar no contrato social da ETS, a Codego acusou o deputado de ter espalhado notícia falsa. “O deputado estadual, que também é delegado, espalhou vídeo com algumas fake news e a informação de que em 2018 entrou na sociedade da ETS um filho de Carlos Cachoeira. O novo sócio nunca esteve na Codego, na atual gestão, para tratar com os diretores sobre o contrato. As conversas foram com Israel Freitas, que informava a ETS como integrante do grupo mineiro Marítimo, e com o delegado Pedro Caires. Tendo em vista a celeuma, a Codego fez o distrato, um documento que veda a construção do shopping”, finaliza.




