Diretor do Instituto Voga esclarece que divergências entre pesquisas e resultados eleitorais
Institutos distintos
“Existem institutos, e institutos”. Assim, o diretor-presidente do Instituto Voga de Pesquisas, de Anápolis, Gilmar Pirez, respondeu à indagação dos jornalistas da Manchester FM sobre casos em que os números de levantamentos são questionados. Entretanto, ele ponderou que nem sempre as divergências entre os dados de pesquisas e os resultados das urnas são fruto de fraudes ou manipulações.
Neutralidade exigida
Segundo Pirez, o instituto tem a obrigação legal e moral de conduzir seu trabalho com neutralidade, especialmente quando é contratado por um partido político ou candidato. Ele destacou que, em situações anteriores, representantes de institutos se envolveram em projetos políticos, o que compromete a lisura dos levantamentos.
Possíveis erros
O diretor explicou que, naturalmente, institutos podem errar. “Isso ocorre quando há uma bolha ou movimento político não detectado, que acaba levando ao erro”, afirmou. Ele acrescentou que, apesar da ciência e do método aplicados, falhas podem ocorrer. Em casos de contaminação da pesquisa, dados coletados ficam comprometidos, e milhares de entrevistas podem ser descartadas quando detectada a irregularidade.
Questões metodológicas
Pirez evitou aprofundar o tema, alegando questões éticas, mas afirmou acreditar que discrepâncias em pesquisas normalmente se devem a fatores metodológicos, e não má fé. Ele ressaltou que, na elaboração dos levantamentos, todos os métodos utilizados envolvem Ciências Sociais, antropologia, sociologia, estatística e geografia.
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