Antes mesmo da posse dos eleitos e reeleitos para a Câmara Municipal, as atenções já se voltam ao debate sobre a eleição para a composição da Mesa Diretora. É salutar que esse processo ocorra, de forma democrática como deve ser, com todos os vereadores podendo votar ou serem votados. Essa é uma eleição em que apenas eles, os vereadores, participam. Mas, é importante a população acompanhar par e passo como se dá esse processo.
Afinal de contas, estamos falando das pessoas que vão comandar um poder constituído, o qual, diga-se de passagem, foi constituído pela sociedade (leia-se eleitores), no pleito de outubro último.
As urnas, democraticamente, ungiram 23 nomes, homens e mulheres, que serão incumbidos a partir de 1º de janeiro de 2025, de legislar em favor da população, naquilo que lhes compete, para melhorar a vida das pessoas e contribuir com o desenvolvimento do município.
Além, ainda, do papel constitucional que é dado ao parlamentar, de acompanhar e fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, ou seja, dos impostos que são recolhidos e devem retornar à sociedade em obras e serviços.
Costuma-se dizer que a Câmara Municipal é a Casa do Povo. Isso porque os representantes do Legislativo Municipal são aqueles políticos que estão na ponta, mais perto da sociedade e são conhecedores das demandas locais.
Por conta disso, é importante que tenhamos em mente a importância de acompanhar e saber como está a atuação dos edis; como se comporta o Legislativo, nas missões que lhes competem enquanto Poder.
É importante, sim, portanto, acompanhar os desdobramentos dessa eleição da Mesa Diretora. Mas, muitos além, acompanhar sempre que possível o trabalho dos nossos legítimos representantes na Casa de Leis. E, quando necessário for, cobrar aquilo que eles se comprometeram em realizar com o mandato.
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