A Assembleia Legislativa retomou as sessões normais após o recesso e, na abertura dos trabalhos, o governador Ronaldo Caiado (PSD) e o deputado Antônio Gomide (PT), ambos anapolinos, trocaram algumas “gentilezas”.
Duelo na Tribuna

Na reabertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), o deputado Antônio Gomide (PT) foi encarregado de discursar em nome da oposição. Em nome da situação, falou o deputado Issy Quinan (MDB).
Até então, deu-se um equilíbrio no “duelo” dos tribunos. Mas, na sequência, falou o deputado e atual presidente da casa, Bruno Peixoto (UB) e o governador Ronaldo Caiado.
Obviamente que o espaço foi maior na “artilharia” de volta às críticas que o petista havia feito ao governo de Caiado.
E o governador não economizou no seu discurso, fez um balanço daquilo que ele considera os principais avanços dos seus sete anos na Administração Estadual e não poupou adversários.
Sem citar nomes, disse repetidas vezes que o governo que o antecedeu em Goiás e o Governo Federal atual são como “farinha do mesmo saco”.
Taxa do Agro e perdão

O governador Ronaldo Caiado mandou para a Assembleia Legislativa dois projetos de impacto na área do agro.
Um deles é o que pode anistiar 10.109 produtores rurais goianos multados pela pasta do setor. Neste caso ele lembrou quer num primeiro momento não teve como agir, em razão de o Estado estar no Regime de Recuperação Fiscal e, assim, poderia incorrer em improbidade administrativa.
O outro projeto cancela o Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), que ficou conhecido como Taxa do Agro e que criado, pelo próprio governo, através de uma lei de 2022.
Janela partidária

As eleições de 2026 ainda estão meio que em “Banho Maria” e, portanto, um pouco distante do eleitorado.
Mas isso deve começar a mudar um pouco, com a movimentação entre os políticos e os partidos no período da chamada “janela partidária”, que ocorrerá entre os meses de março e abril próximos. Nessa “janela” – que só se abre em ano de eleição – os poderão trocar de partido sem risco de perda de mandato, os deputados federais e os estaduais (no DF, os deputados distritais).
A regra não é aplicada nas eleições majoritárias, no caso, para Presidente, Governador (a) e Senador (a).
Resoluções das Eleições

Dentro dos próximos dias, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve divulgar o calendário que vai reger as eleições de 2026.
Além disso, também deverá dar publicidade às resoluções que nortearão a realização do pleito. Debatidas em audiências públicas com a sociedade, as resoluções tratam de temas como:
- Atos gerais do processo eleitoral;
- Registro de candidatura;
- Propaganda Eleitoral; Prestação de contas;
- Fundo Especial de Financiamento de Campanha;
- Ilícitos eleitorais;
- Transporte especial para o eleitorado com deficiência ou mobilidade reduzida;
- Consolidação das normas relacionadas ao eleitorado nas eleições.

– Deu ruim! A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial das escolas de samba do Rio de Janeiro. A escola levou para a Sapucaí o enredo “Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil”.
– Uma apresentação carregada de polêmicas, com menções à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e críticas ao conservadorismo. Era para ser uma homenagem ao operário que se tornou presidente, mas parece que passou do ponto e isso, certamente, teve algum peso no resultado.
– Mas, o Carnaval é coisa do passado. Ainda tem pela frente a Copa do Mundo e as eleições em outubro. Muita coisa para rolar no Brasil.
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