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Entenda como a expansão imobiliária criminosa foi o estopim do crime contra Marielle

de Anna Rhaissa
25 de março de 2024
em Crime
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Manifestantes se concentraram no largo dos Arcos da Lapa, na região central do Rio(foto: CARL DE SOUZA)

Manifestantes se concentraram no largo dos Arcos da Lapa, na região central do Rio(foto: CARL DE SOUZA)

O relatório final do inquérito da Polícia Federal (PF) sobre os assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, aponta para uma possível motivação política em torno de um projeto de regularização fundiária como estopim para o crime.

No domingo (24), os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), e Chiquinho Brazão, deputado federal, foram presos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sob suspeita de serem os mandantes do crime.

Leia também: STF mantém prisão de suspeitos pela morte de Marielle Franco

A principal hipótese de motivação para o crime, segundo a PF, seria uma indisposição dos irmãos, políticos de longa trajetória no Rio de Janeiro, com o PSOL e, especialmente, com Marielle. Antes do crime, o partido havia se posicionado contra a indicação de Domingos Brazão ao TCE.

A decisão de assassinar Marielle pode ter sido desencadeada por uma disputa política em torno de um projeto de Chiquinho Brazão em 2017, quando ainda era vereador e colega de Marielle na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Segundo o relatório da PF, Chiquinho ficou insatisfeito com a votação contrária de Marielle e do PSOL a um projeto de regularização fundiária que, segundo a investigação, beneficiaria áreas de milícia.

O documento da PF destaca que invasão e “grilagem” de terras são atividades intrínsecas à atuação das milícias no Rio de Janeiro, e aponta que áreas como Rio das Pedras e outras comunidades da zona oeste da cidade seriam redutos eleitorais da família Brazão.

Milícias, grupos armados com forte influência no Rio de Janeiro, têm assumido o controle de territórios por meio da ameaça e violência, cobrando taxas de moradores e comerciantes e controlando diversas atividades econômicas, incluindo a exploração imobiliária. Segundo pesquisadores, as milícias contam com o apoio de políticos para garantir a regularização das terras ocupadas pelo grupo.

O inquérito da PF também revela que o ex-policial militar Ronnie Lessa, suspeito de efetuar os disparos contra Marielle, receberia terrenos como recompensa pelo crime, para implantar sua própria milícia na Praça Seca, na zona oeste.

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, defendeu a retomada do controle dos territórios pelo Estado brasileiro, destacando a importância de políticas de reforma urbana, agrária, demarcação de terras indígenas e regularização de terras quilombolas para uma política de segurança pública mais eficaz.

Rótulos: capaCrimeExpansão ImobiliáriaMarielle FrancoMilícia

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