Conflitos e guerras se espalham ao redor do mundo. Mais recentemente, os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a retaliação deste a Israel e a alvos “estratégicos” espalhados em vários países do Oriente Médio. Correndo em paralelo, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, que completou quatro anos no mês de fevereiro último. São apenas alguns exemplos, mas teve e tem mais.
Por Vander Lúcio Barbosa
Países da Europa estão em alerta para todas essas movimentações e a preocupação é um alastramento ainda maior das guerras e conflitos pelo globo.
Claro que isso traz preocupações, mesmo para nós no Brasil que estamos a milhares de quilômetros dessas ocorrências. Primeiro, porque pela nossa condição de Nação pacífica e cristã, enxergamos o sofrimento que passa a população em todas as localidades que estão na mira de drones, mísseis e outros artefatos bélicos que destroem patrimônios e, pior, ceifam vidas de militares e civis inocentes.
Segundo, porque do ponto de vista da economia globalizada, todos os países acabarão de alguma forma sendo afetadas, por exemplo, com o aumento do petróleo ou com a alta de produtos que os países em conflito produzem e exportam.
Não menos importante é ver que chegamos a um nível elevado de conhecimento e tecnologia, mas retrocedemos ao recorrer a um expediente dos mais antigos para mostrar superioridade e conquistar posições: a guerra.
A inteligência que poderia estar sendo utilizada para fins maiores à melhor condição de vida nos planetas, está e ainda continuará sendo gasta para produzir armas sofisticadas, que atingem alvos com “precisão cirúrgica”.
Na chamada guerra fria, entre Estados Unidos e a antiga União Soviética, era muito usada a expressão “armas para a paz”, que buscava justificar a criação de armamentos nucleares de “defesa”. Não era uma boa justificativa e isso está se vendo agora, no presente, como sinal de alerta mundial.
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