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Falta de Fé – Por Samuel Vieira

de Samuel Vieira
24 de agosto de 2024
em Artigo
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Imagem: Canva

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No almoço de hoje, fui indagado por um casal recém-chegado à nossa comunidade se depois de tantos anos de vida cristã eu ainda enfrento o problema de falta de fé, dúvidas e coisas semelhantes. Respondi, honestamente, que não só eventualmente, mas que sempre tenho de lidar com esses pontos.

O que Jesus mais censurou em seus discípulos foi a falta de fé. A Bíblia relata, especialmente os Evangelhos, diversas ocasiões em que Jesus expressou frustração com a falta de fé de seus discípulos. Algumas destas passagens já são bem conhecidas.

Jesus acalmou a tempestade em meio ao mar (Mateus 8:23-27, Marcos 4:35-41 e Lucas 8:22-25) e censurou os discípulos dizendo: “Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?” (Marcos 4:40). Ao andar sobre as águas, em Mateus 14:22-33, Pedro começou a afundar e Jesus lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” (Mateus 14:31).

Leia também: Reformas – Por Samuel Vieira

Após a segunda multiplicação dos pães, Jesus censurou os discípulos por não entenderem o significado dos milagres (Marcos 8:14-21) e lhes perguntou: “Ainda não compreendeis, nem entendeis? Tendes o coração endurecido?” (Marcos 8:17). No episódio do menino possesso em Mateus 17:14-20, os discípulos também não conseguiram curar o menino e Jesus diz: “Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando vós sofrerei?” (Mateus 17:17).

Esses são alguns momentos registrados nos Evangelhos em que Jesus se mostra desapontado e censura os discípulos pela falta de fé. Inclusive, ela foi um tema recorrente em seus ensinamentos. Tais censuras não eram apenas críticas, mas também um convite à reflexão e ao crescimento espiritual. Para Jesus, era fundamental ter fé para viver de forma plena e conectada com Deus.

Quando respondi ao casal da minha comunidade, usei um exemplo simples para demonstrar nossa falta de fé. As preocupações não demonstrariam nossa falta de fé de que Deus está no controle de todas as coisas, de que Ele nos ama e vai prover tudo de que precisamos? E tudo isso, como um bom pastor que nada nos deixa faltar? Mas vivemos como pagãos, esquecendo-nos de que assim como Ele cuida dos lírios do campo e das aves dos céus, ele também cuida e cuidará de nós. Argumentei, ainda, como a falta de oração demonstra a pouca confiança que temos em um Deus que nos ouve e nos conhece. Então, não seria a nossa insegurança resultante da nossa falta de fé? De fato, esse é um grande desafio! A senhora que estava à mesa conosco reconheceu que sua fé era muito pequena.

Então, eu me recordei de uma conversa de Jesus: “Porque a fé de vocês é pequena, eu vos asseguro que, se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: ‘Vá daqui para lá’ e ele irá. Nada será impossível para vocês” (Mateus 17:20).

Com esta afirmação, somos capazes de perceber a pequenez e as limitações da nossa fé. Não sem razão os discípulos pediram a Jesus para lhes aumentar a fé e realmente creio que esta é uma boa oração para nós: “Aumenta-nos a fé, Senhor.” Tal declaração não é falta de fé, mas o anseio de um coração que deseja cultivar a fé já recebida e continuar crescendo nela!

Rótulos: capaFéPortal ContextoSamuel Vieira

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