Fatos, opinEm uma coletiva de imprensa, o prefeito Márcio Corrêa afiançou que o seu foco é a gestão. Segundo o TSE, há 23 partidos em formação no Brasil. Despolarização em Goiás. Será?
Foco na gestão

Na coletiva de imprensa após a reunião com o secretariado, o prefeito Márcio Corrêa foi questionado sobre sua participação no processo político eleitoral de 2026. Corrêa afirmou que nunca se omitiu quando o assunto é política.
Tanto é, segundo ele, que participou de três eleições. Contudo, o chefe do Executivo anapolino afirmou que continuará com seu foco na gestão do município e na entrega de resultados para a população.
O que, entretanto, não impede de em momento oportuno, abrir a agenda para tratar dos assuntos políticos, que são também de interesse da cidade.
Ele assim o fará, conversando também com o seu grupo político.
Mais mandatos

O deputado federal Rubens Otoni (PT) vai disputar a reeleição no pleito desse ano, conforme ele mesmo já afirmou em entrevistas à imprensa. Se conquistar mais um mandato na Câmara, Otoni fica perto, mas não será o político goiano com maior número de mandatos.
Essa liderança pertence a Roberto Balestra, que tem na bagagem oito mandatos. Otoni tem seis. Mesma quantidade de Rezende Monteiro, José Freire e Jovair Arantes.
A chance, portanto, é quem sabe subir à vice-liderança nesse ranking.
Novos partidos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que há 23 partidos em formação no Brasil.
Atualmente, 30 legendas estão devidamente registradas e aptas, portanto, a participarem das eleições gerais desse ano. Só a agremiação que tenha registrado o estatuto no TSE seis meses antes do pleito pode lançar candidatas e candidatos nas Eleições de 2026. Essa também é a condição para que a legenda receba recursos do Fundo Partidário e tenha acesso gratuito ao tempo de rádio e televisão.
Só é admitido eleitores não filiados a qualquer outra legenda que corresponda, ao menos, a 0,5% dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computados os votos em branco e os nulos.
Esses votos devem estar distribuídos por um terço, ou mais, dos estados, com um mínimo de 0,1% do eleitorado que tenha votado em cada um deles.
Despolarização

Lideranças ligadas ao Partido dos Trabalhadores, em Goiás, têm sinalizado que a prioridade número 1 para as eleições gerais é o projeto nacional, ou seja, a reeleição de Lula.
A prioridade 2 é aumentar a representação do partido no Senado, na Câmara Federal e Assembleia Legislativa.
A prioridade 3, aí sim passaria pela eleição de Governador. E, em não havendo esse interesse maior em relação à sucessão de Ronaldo Caiado (UB), significa dizer que o estado pode vir a ter uma eleição majoritária menos polarizada.
Essa despolarização, pode-se assim dizer, interessa muito a um dos prováveis concorrentes a inquilino do Palácio das Esmeraldas. Leia-se Marconi Perillo (PSDB).

- Nas redes sociais, o senador Wilder Morais informou que chega a 41 o número de assinaturas colhidas em apoio à prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Não é sobre política. É sobre humanidade, legalidade e respeito à vida”, destacou.
- O ex-deputado José de Lima deve ter convite do partido O Democrata para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Se não topar, o convite se estende à eleição para prefeito, em 2028.
- Maus bocados e um baita susto passou o deputado estadual Antônio Gomide (PT). Mas ele se recupera bem da operação na coluna e, em breve, retoma as suas atividades. Inclusive, de olho na reeleição.
- O projeto de Caiado (UB) de disputar a sucessão de Lula (PT), está travando as articulações em torno da eleição para Governador em Goiás. Uma coisa está meio atrelada a outra.ião e análise dos bastidores da política.
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