Domingo, 9 de fevereiro de 2020. Foi a última partida oficial, no Goianão, entre o Anápolis Futebol Clube e a Associação Atlética Anapolina.
Pouco mais de 90 minutos de bola rolando no gramado do Estádio Jonas Duarte configurou o placar da partida: 2 a 2. Gols de Renatinho e Íkaro do lado da Rubra e de Roniel e Rafael Oller, do lado do Galo.
A Xata terminou a primeira fase na lanterna. O Anápolis, oitavo colocado, avançou e, nas oitavas-de-final, foi goleado pelo Atlético (5 a 1). O Atlético foi o campeão da temporada.
Reza o ditado popular que futebol é uma “caixinha de surpresa”. Tem-se duas oportunidades: ganhar ou perder ou então empatar.
Ontem foi dia de derrota, hoje pode ser de alegria. Amanhã, pode ser o contrário. É assim no futebol e em outros esportes.
E aqui, estamos falando de futebol. Neste domingo (8), seis anos e um dia após o clássico de domingo de 2020, Anápolis e Anapolina voltam ao Jonas Duarte em mais um desafio, o melhor de todos para nós, anapolinos.
Poderia ser melhor, com a presença das duas torcidas.
Mas, polêmicas à parte: será com certeza um grande jogo, com as duas maiores e mais apaixonadas torcidas do interior. Cada qual de seu lado, torcendo e empurrando seu time com a alegria que deve ser sempre o futebol dentro e fora das quatro linhas.
Clássico é bom. Clássico entre Anápolis e Anapolina é bom demais! E nada deve estragar essa festa que demorou muito a acontecer e, muito provavelmente, as duas equipes não vão mais se encontrar novamente nesta temporada.
Então, boa sorte ao Galo; boa sorte à Rubra. Saudação às duas gloriosas torcidas.
Que venha mais um clássico para fazer história no futebol goiano.
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