O prefeito Márcio Corrêa e sua equipe buscam equacionar os problemas que envolvem a licitação para a concessão dos serviços públicos de limpeza urbana e operação do aterro sanitário em Anápolis.
E, ao mesmo tempo, trabalha também para que a nova licitação possa trazer elementos novos para esses serviços, contemplando a modernização.
Para entendimento, o edital da concorrência pública 004 foi lançado em 16 de dezembro de 2024, ainda na gestão do então prefeito Roberto Naves. Depois, o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO) recomendou a suspensão do procedimento, por conta de falhas.
Logo que assumiu, o prefeito Márcio Corrêa prorrogou o contrato com a Quebec Ambiental. Novamente, tentou-se novamente levar adiante a processo licitatório que teve star em 2024 e a abertura das propostas, inclusive, estava proposta para o dia 13 próximo.
Mas, novamente, o TCM-GO recomendou a suspensão, ainda por verificar falhas no processo.
Em entrevista à imprensa, Márcio Corrêa disse que esteve no TCM-GO para tratar sobre essa questão.
Segundo o prefeito, a licitação é uma oportunidade de se buscar um modelo diferente, mais moderno, para os serviços de limpeza e a operacionalização do aterro sanitário. Vários itens foram colocados ao tribunal, mas eles ainda estão em discussão.
“Esse modelo [atual] ultrapassado, retrógrado de coleta, que as pessoas têm de ficar correndo atrás do caminhão, jogando lixo no meio da rua, senão ele perde o bonde e o caminhão vai embora, isso não existe mais, isso é coisa do passado”, pontuou Corrêa.
O prefeito observa que a sociedade vive uma era tecnológica e isso, na sua avaliação, deve também ser aplicado nos serviços de limpeza urbana, como já se tem em outras cidades brasileiras e em outros países. “A gente não precisa inventar a roda”, sublinhou Corrêa.
Benefícios
Ele ressalta que uma nova modelagem vai trazer muitos benefícios do ponto de vista da sustentabilidade (inclusive, na questão do reaproveitamento dos resíduos) e de uma coleta mais eficiente. O que, consequentemente, se refletirá na qualidade de vida dos cidadãos anapolinos.
“Vamos bater nessa tecla, para que a gente consiga trazer um modelo novo de coleta na cidade”, frisou.
Márcio Corrêa lembrou ainda que, quando assumiu a gestão do município, o aterro sanitário estava “um verdadeiro lixão”, sendo que não havia tratamento adequado para o chorume (o líquido resultante da decomposição de matéria orgânica). Foi providenciada, então, a implantação de uma nova estação de tratamento, que se tornou referência no estado.
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