Muito se tem falado sobre a questão de Anápolis ter perdido posições no ranking do PIB em Goiás. Isso, de fato, aconteceu. Por vários anos, o município ocupou o segundo lugar, depois caiu para terceiro e, na sequência, para a quarta posição.
Por Vander Lúcio Barbosa
Rio Verde e Aparecida ficaram com a segunda e a terceira posição, respectivamente, com a liderança mantida na capital, Goiânia.
Esses dados são referentes ao último resultado consolidado do PIB dos municípios, divulgados recentemente pelo IBGE.
Importante dizer que o PIB de Anápolis mantém trajetória de crescimento e que não teve queda em volume nem em 2022 e nem em 2023. Mas, Aparecida e Rio Verde conseguiram avançar mais. Ainda faltam mais elementos para se visualizar em que atividades os municípios cresceram ou caíram.
O ranking é válido para mostrar que Anápolis pode ter caído em uma espécie de zona de conforto. Mas não significa que virou “primo pobre” ou que deixou de ser a chamada Manchester Goiana.
Percebendo isso, Anápolis pode e deve correr atrás de acelerar o seu desenvolvimento, não só para ter um bom lugar no “pódio” do indicador, mas, sobretudo, para ter um padrão de vida bom para a população. É isso que o desenvolvimento tem de proporcionar.
É importante atrair investimentos, impulsionar e melhorar o ambiente dos negócios. Mas se na ponta não houver melhoria da qualidade de vida das pessoas, o resultado pode não ser o que se espera.
Portanto, dentro desse contexto, o poder público, a iniciativa privada, a classe política e todos os segmentos realmente interessados em contribuir com o desenvolvimento com qualidade de vida devem dar as mãos não para buscar culpas ou culpados, mas para buscar soluções que sejam factíveis com o que essa realidade apresenta.
Independente do PIB estar bom ou não, temos de buscar crescimento e uma vida digna para todos.
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