Após completar 15 anos, no dia 30 de dezembro último, o Parque Ipiranga, no Bairro Jundiaí, em Anápolis, está ganhando “cara nova” com algumas melhorias que estão sendo executadas no local pela Prefeitura, em parceria com empresas da cidade.
Além da reforma, que se fazia necessária já de algum tempo, o “point” de lazer dos anapolinos vai contar com novos equipamentos nos parques diversões para as crianças e, até um espaço para os pets brincarem. O que é uma das novidades, aliás.
Pela primeira vez desde a sua inauguração, em 2010, o Parque Ipiranga está recebendo uma obra maior de revitalização. Essas melhorias se encaixaram dentro do programa “Adote um espaço”, que surgiu de um projeto do prefeito Márcio Corrêa, aprovado na Câmara Municipal, sancionado e em vigor.
Por esse programa, empresas e mesmo pessoas físicas podem “adotar” um espaço público, dentro das regras que são estabelecidas na legislação específica.
Agora no final do ano, inclusive, a lei foi utilizada dentro do processo de parceria público-privada para a realização do Natalino.
As obras de construção do Parque Ipiranga foram iniciadas no dia 11 de janeiro de 2010, na gestão do então prefeito Antônio Gomide.
O espaço onde está hoje o parque já abrigou um campo de futebol que mandava jogos do antigo clube Ipiranga (nome do clube social que havia do outro lado, onde está o Ceitec e o Jardim Botânico). Também tinha um bosque, floricultura e água em abundância.
Todo espaço foi aproveitado, num investimento que na época foi na casa de R$ 3,2 milhões, sendo parte de recursos federais, com contrapartida municipal.
São cerca de 45 mil metros quadrados, dois lagos com mais de 11 mil metros quadrados; pista de caminhada com 1.172 metros; pista para ciclismo (no contorno do parque, com extensão de 1.128 metros); parque infantil; espaço para educação ambiental; mirantes; teatro de arena, praça de alimentação; estacionamento e duas pontes.
História e polêmica
Antes de virar parque, a área nobre foi alvo de muita polêmica. A Câmara Municipal chegou a aprovar a venda do terreno, mas o caso foi parar na Justiça, através de um processo movido por cinco vereadores de oposição, entre eles Antônio Gomide (antes de ser prefeito).
O juiz Sebastião José de Assis Neto, que foi o responsável pelo processo, concedeu liminar para bloquear a venda. Devido aos entraves, o então prefeito Pedro Sahium acabou refluindo da decisão e decidiu não mais efetivar o processo de venda.
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GALERIA DE IMAGENS DO CONTEXTO DO PARQUE IPIRANGA









