Maternidade
Os profissionais médicos da Maternidade Dr Adalberto Pereira da Silva estariam com pelo menos três folhas salariais em atraso. Em 2025 a expectativa da instituição em aumentar o valor que recebe de convênio com o Município não prosperou. E ainda há previsão de redução de 30% do valor para 2026. Uma fonte ligada ao hospital avalia que, a persistir essa situação, serviços devem ser suprimidos.
Wosgrau
O vice-prefeito Walter Vosgrau (PSD), deve se manifestar ainda em janeiro sobre seu projeto político-eleitoral para 2026. Segundo ele, manteve o assunto em suspenso para atender orientação do prefeito Márcio Corrêa (PL). Esta semana o deputado federal Ismael Alexandrino (PSD), disse que o vice-prefeito havia lhe dito que poderia buscar vaga na Câmara Federal. Alexandrino, a propósito, admitiu que pode mudar de partido para tentar a reeleição.
Medicina
A Universidade Estadual de Goiás (UEG), que tem sede em Anápolis, obteve o melhor conceito, entre 16 instituições goianas avaliadas na 1ª edição do Exame Nacional de Avaliação de Formação Médica (Enamed). O curso de Medicina da UEG funciona em Itumbiara. Teve conceito 4 (numa escala até 5), com média percentual de 88,9%. Na sequência vêm UFG/Goiânia (84,7%), UFJ/Jataí (84,4%), UniEvangélica/Anápolis (84,1%) e UFCAT/Catalão (78,3%). Todas com Conceito 4.
Fogo amigo
Dívidas contraídas por um diretório partidário municipal não implica em responsabilidade do diretório estadual que, por sua vez, não implica obrigação do diretório nacional. O Superior Tribunal de Justiça (STJ), recentemente, decidiu assim em uma ação. Não existe solidariedade em dívidas entre órgãos partidários de mesma sigla em diferentes níveis federativos.
Toxicológico
Proposta do senador Cleitinho (Republicanos/MG): obrigatoriedade de exame toxicológico de larga janela como condição para a diplomação de candidatos eleitos nos âmbitos municipal, estadual, distrital e federal. Em tramitação no Congresso Nacional.
Atenção servidores
A aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde, o adicional de insalubridade para os profissionais da educação e a expansão de creches e pré-escolas estão na mira da Confederação Nacional de Municípios. Essas pautas, segundo a entidade, podem agravar a situação fiscal dos municípios. Esse assunto já reverbera entre servidores anapolinos.
Viaduto
O secretário de Obras de Anápolis, Thiago de Sá Lima, disse que a Prefeitura deu um ultimato à empresa responsável pelas obras do novo viaduto da BR 153, na altura da Grande Recanto do Sol. A conclusão do serviço é procrastinada e, segundo Thiago, se em 45 dias o viaduto não for entregue pronto, o Município vai cancelar o contrato.
Dengue cai 1
A queda importante dos casos e de mortes por Dengue em Anápolis de 2024 para 2025, segundo o gerente de Endemias da Diretoria de Vigilância em Saúde, Rafael Pereira Teixeira, se deve às ações das equipes de campo (agentes de endemias), supervisão, coordenação, Núcleo de Informação, Educação e Comunicação (Niec) e o programa ‘Tolerância Zero da gestão municipal. Nessa operação, foram somadas forças com a Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Base Aérea, Secretaria de Meio Ambiente e Divisão de Posturas.
Dengue Cai 2
Os dados consolidados do Ministério da Saúde mostram que Anápolis, em 2024, contabilizou 39.051 casos prováveis da doença, com confirmação de 53 óbitos. Em 2025 o município registrou 2.162 casos prováveis da doença. No período, três mortes por dengue e suas complicações foram confirmadas, enquanto outros dois óbitos permaneceram sob investigação. Rafael Pereira informou que, em 2025, 1.297 problemas foram solucionados (dos quais 636 dentro das residências) e 1.849 focos do mosquito transmissor foram eliminados.
Desigualdade
Um novo relatório do Ministério da Fazenda escancara a profunda desigualdade na distribuição de renda e riqueza no Brasil. De acordo com o Relatório da Distribuição Pessoal da Renda e da Riqueza da População Brasileira, divulgado no dia 1º, o 1% mais rico do país concentra 37,3% de toda a riqueza declarada no Imposto de Renda de 2023. Os dados mostram que a concentração não se limita ao topo extremo. Os 10% mais ricos detêm 64,2% da renda declarada e mais da metade desse montante está justamente nas mãos do 1% mais abastado.
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