O jogo da sucessão em Goiás já começou e as primeiras peças estão colocadas no tabuleiro político: Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL). Certamente terá mais. Na eleição de 2022, houve oito candidatos no jogo.
Tabuleiro político

Pelo menos por enquanto, o tabuleiro político da sucessão ao Governo de Goiás tem poucas peças colocadas. Estão no jogo: Daniel Vilela (MDB), Wilder Morais (PL) e Marconi Perillo (PSDB). A Federação Brasil da Esperança (PT-PC do B e PV) vai lançar um nome. O PSOL já decidiu que vai caminhar com o projeto do PT.
De forma que, até o momento, seriam quatro postulantes.
Na eleição anterior, de 2022, oito candidatos disputaram a governadoria: Ronaldo Caiado (UB); Gustavo Mendanha (Patriota); Vitor Hugo (PL); Wolmir Amado (PT); Cíntia Dias (PSOL), Edgar Diniz (Novo); Helga Martins (PCB) e Reinaldo Pantaleão (UP). Teve ainda uma candidatura indeferida de Vinícius Paixão (PCO).
Ordem na urna

Tem tempo ainda, mas vale lembrar ao eleitor que esse ano temos eleições gerais para cinco cargo.
Aliás, seis, a considerar que são duas vagas para o Senado. A ordem de votação na urna eletrônica, no primeiro tuno, segundo o TSE, está definida da seguinte forma: primeiro para deputado federal e depois, na sequência, as votações para deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal); senador, primeira vaga; senador, segunda vaga; governador (e vice-governador); e finalmente presidente (e vice-presidente).
Estão em disputa: 01 vaga de presidente e de vice-presidente; 27 vagas de governador e de vice-governador, por unidade da federação; 54 vagas no Senado (2/3) do total); 513 deputados federais (Goiás tem 17 vagas) e as vagas de deputado estadual, que variam de acordo com cada unidade da federação (41 em Goiás).
E se não for….

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab adiantou que anunciará o nome que vai disputar a Presidência da República pela legenda, no próximo dia 31.
Entre os concorrentes estão três governadores: Ronaldo Caiado (GO), Ratinho Júnior (PR) e Eduardo leite (RS).
O goiano Ronaldo Caiado já antecipou que deixará o governo também no dia 31 próximo. Mas, se ele não for o anunciado, como fica? Desiste de candidatar e permanece no governo ou disputa uma cadeira na Câmara dos Deputados ou no Senado?
Esta última opção seria a mais complicada, porque sua base já tem quatro nomes no páreo: sua esposa Gracinha (UB); o senador Vanderlan Cardoso; o deputado federal Zacharias Calil (MDB); e Alexandre Baldy (PP).
Evento tucano

Depois de receber o evento Rota 22, do PL do senador Wilder Morais, virtual candidato ao Governo de Goiás, Anápolis- terceiro maior colégio eleitoral de Goiás- vai receber a um evento capitaneado pelo PSDB do ex-governador Marconi Perillo, que é pré-candidato à sucessão de Ronaldo Caiado (PSD).
Na verdade, é um ato político para filiações partidárias da Federação PSDB-Cidadania. Mas, certamente, será um ato pró-Marconi.
O tucano sempre teve uma boa relação com o município e, à exceção do pleito em que disputou vaga no Senado, ele teve votações boas no município. A presença de Marconi em Anápolis deve servir também para uma reestruturação do partido local.

- Recém-empossado, o vereador Nilson Sousa terá um espaço de tempo a seu favor para adaptação ao cargo. As sessões ordinárias só serão retomadas a partir de 6 de abril.
- Sem traumas. Pode-se dizer que a gestão do prefeito Márcio Corrêa conduziu bem a negociação com as quatro representações sindicais que representam categorias dos servidores municipais.
- De bem com a sua popularidade, o prefeito Márcio Corrêa comemorou bastante o duplo pódio na avaliação de prefeitos de cidades com mais de 100 mil habitantes, realizada pelo Instituto Veritá.
- Corrêa ficou em terceiro nacionalmente e em 1º lugar em Goiás. Não faz parte da pesquisa, mas para constar, seu perfil no Instagram passa de 770 mil seguidores.
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