A Prefeitura de Anápolis está começando a esboçar o que será o próximo planejamento do município para os próximos 10 anos. É o Plano Diretor Participativo que está em fase de construção, envolvendo vários setores da Administração e da sociedade organizada.
Por Vander Lúcio Barbosa
Em parte, o Plano Diretor é uma ferramenta técnica, que traz um completo diagnóstico da cidade e esse diagnóstico vai embasar o arcabouço legal de que a cidade precisa para impulsionar o seu desenvolvimento, de forma sustentável, dentro de um ciclo de dez anos.
Mas, como foi dito, em parte é uma ferramenta técnica. Mas o seu complemento não, necessariamente. Esse complemento é a participação popular. Ela é que vai trazer para esse conjunto de leis que formam o Plano Diretor, uma diretriz mais próxima da realidade.
Uma coisa é você ter um diagnóstico bonito, um planejamento caprichado em um editor de texto e imagens (um powerpoint). Outra coisa, é ter um plano que efetivamente traga resultados práticos para o bem coletivo e para o município como um todo.
Portanto, o Plano Diretor é uma ferramenta que traçará rumos para o desenvolvimento e a qualidade de vida da população. Daí a sua importância e a necessidade de que esse planejamento seja sólido e robusto, estruturado de forma a atender as mais diversas demandas que Anápolis, com mais de seus 415 mil habitantes tem.
As discussões começaram no ano passado, na Câmara de Vereadores, e vão avançar este ano com audiências públicas onde o cidadão poderá participar. É um momento em que podemos nos envolver de forma direta e assertiva em prol da cidade.
Esse plano traz várias perspectivas, como a expansão urbana, o uso do solo, a questão da mobilidade urbana. Dentro desse pacote, ainda se tem espaço para o debate sobre a requalificação do Centro. Enfim, é um plano importante e de viés democrático.
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