Ranking da Forbes mostra quem são as mulheres do país com fortuna acima de US$ 1 bilhão; herdeiras de grandes grupos econômicos e poucas empreendedoras self-made aparecem na lista
A revista Forbes divulgou a lista de brasileiras com fortunas superiores a US$ 1 bilhão, revelando um grupo restrito de empresárias e herdeiras que figuram entre as pessoas mais ricas do país. O levantamento reúne mulheres ligadas principalmente aos setores financeiro, industrial e de tecnologia.
Entre elas, a mais rica continua sendo Vicky Safra, herdeira do Banco Safra, com patrimônio estimado em cerca de US$ 20,7 bilhões, mantendo-se também entre as pessoas mais ricas do Brasil.
Lista brasileira
Entre os nomes citados no ranking estão:
- Vicky Safra – herdeira do Banco Safra e mulher mais rica do Brasil.
- Maria Helena Moraes Scripilliti – integrante da família controladora do Grupo Votorantim.
- Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela – uma das principais acionistas da Itaúsa.
- Anne Werninghaus – herdeira do grupo industrial WEG.
- Cristina Junqueira – cofundadora do Nubank.
- Neide Helena de Moraes – também ligada ao Grupo Votorantim.
- Vera Rechulski Santo Domingo – ligada à gigante cervejeira AB InBev.
- Dora Voigt de Assis e Lívia Voigt – integrantes da família controladora da WEG.
- Lucia Borges Maggi – cofundadora da Amaggi.
Fortunas familiares
Segundo análises do ranking, a maioria das mulheres bilionárias brasileiras herdou participações em grandes empresas familiares, especialmente nos setores financeiro e industrial. Apenas algumas aparecem na categoria self-made, que reúne empreendedoras que construíram o próprio patrimônio.
Entre essas exceções estão Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, e Lucia Maggi, pioneira no agronegócio brasileiro, reconhecidas pela Forbes por terem desenvolvido seus negócios de forma independente.
Presença feminina
Apesar da presença de mulheres no ranking, a participação feminina entre os grandes bilionários brasileiros ainda é pequena em comparação com a dos homens. Mesmo assim, especialistas apontam que o número de mulheres no topo da pirâmide econômica tem crescido gradualmente nos últimos anos, acompanhando mudanças na liderança empresarial e no acesso a investimentos.











