Contexto – Defina o Nivaldo Lancuna treinador de futebol.
Lancuna – Tenho origem em Anápolis, nas duas maiores equipes da Cidade, sendo que, na Anapolina, já fui vice-campeão em 1983. Sou impulsivo, busco meus objetivos, jogo para a vitória e levo a vida tranquila.
Contexto – O que falta para Anápolis conseguir um titulo estadual?
Lancuna – A Anapolina vem representando bem a Cidade e pode chegar lá. Está construindo um centro de treinamentos, já é um caminho para as vitórias. O Anápolis, também, está organizado com o trabalho incansável do José Paulo Tinazo e dos demais dirigentes. Se continuar assim, logo, logo vem um título para Anápolis.
Contexto – A qualidade técnica do futebol brasileiro está caindo?
Lancuna – No passado éramos técnica. Hoje, o futebol é força. As equipes estão parelhas no esquema tático e copiando, muito, o futebol europeu.
Contexto – Por que os torcedores estão se afastando dos estádios?
Lancuna – Não vejo a violência de torcidas. Sei que tem influência, mas acho que a existência dos “times de verão” com a falta de calendário, é o principal fator. A Federação deveria criar uma Copa Goiás ou, a Copa Governador Marconi Perillo para que as equipes joguem toda a temporada.
Contexto – Os treinadores mais experientes estão perdendo espaço para os mais jovens chamados de emergentes. Isso é normal?
Lancuna – Futebol é resultado e os treinadores veteranos têm que melhorar a capacidade de comandar uma equipe, participando de seminários, palestras, etc. É um processo de evolução.
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