Contexto – Qual sua missão após a derrota para o Vila Nova?
Wladimir – Mexer com o psicológico dos atletas. Até os mais experientes estão sentindo esse momento ruim após duas derrotas consecutivas. Vamos trabalhar as partes tática e técnica nesses dez dias de intervalo e, claro, vamos fazer de tudo para melhorar o astral da equipe.
Contexto – Nas suas contas, de que o Anápolis precisa para se classificar?
Wladimir – Serão quatro decisões e a gente tem que ter muita atenção. No ano passado classifiquei o Caldas Novas com 13 pontos. Este ano está mais equilibrado e talvez essa pontuação seja suficiente. Mas, vamos trabalhar para ganhar todos os jogos restantes.
Contexto – A diretoria continua reclamando da divisão de grupos que colocou o Vila Nova na mesma chave. O senhor concorda?
Wladimir – É mais próximo e não tem como fugir da regionalização. Duas camisas fortes e do outro lado, também, têm equipes fortes como Goiânia, o Rio Verde e o próprio Santa Helena que decidiu em 2010 a primeira divisão. Então, o Campeonato é difícil nas duas chaves.
Contexto – O que você pensa no futuro quanto à carreira?
Wladimir – Quero voltar a trabalhar no futebol paulista onde comecei no Marília. Até já tenho empresário além da presença de William Hauptman, preparador físico na comissão técnica, que já trabalhou com Gilson Kleina e deve me ajudar a dirigir uma equipe em São Paulo no segundo semestre.



