Anápolis tem no Orçamento de 2026 da Prefeitura, a previsão de receita e despesa na casa de R$ 1 bilhão distribuídos aos setores da educação e da saúde. Especificamente, R$ 509,6 milhões em educação e R$ 499,4 milhões em saúde.
Por Vander Lúcio Barbosa
Esses números demonstram que esses setores da Administração terão prioridade na aplicação dos recursos públicos. E não poderia ser diferente. Afinal, saúde e educação são pilares de uma sociedade que se completa num todo.
Uma sociedade sadia produz mais e a qualidade de vida é algo que irradia. Uma sociedade não evolui, se não tiver a educação como alicerce para a formação profissional e, também, moral das pessoas.
Então, quando os tributos que nós, contribuintes, deixamos nos cofres públicos são direcionados a essas duas áreas, é um retorno importante para todo município e a sua população, de forma indistinta, mesmo que alguém, por ter uma situação financeira melhor, não precise buscar um atendimento no posto de saúde do sistema pública ou matricular os filhos em uma escola pública.
Os benefícios dos investimentos em saúde e educação vão muito além das nossas próprias necessidades. E, dessa forma, enxergando de forma coletiva, contribuímos na construção de uma sociedade melhor.
Anápolis tem muitos avanços nas áreas de educação e de saúde, mas tem também muitos gargalos. Na educação, por exemplo, ainda há carência de vagas nas creches. E, embora o esforço da atual Administração em abrir duas mil novas vagas, não é um problema que se resolve no imediatismo.
Na saúde, há também demandas diversas para a melhoria do atendimento e, da mesma forma, não são questões que apresentam soluções imediatas. Além de investimento, é preciso também planejamento e estratégia para que a rede de saúde funcione bem.
Contudo, estamos no caminho certo, entendendo que saúde e educação não é só prioridade do poder público, mas de todos nós.
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