Polícia encontrou alimentos e produtos de limpeza no armário funcional da servidora
Uma servidora da rede pública de ensino foi presa na última quarta-feira (21), em Anápolis, suspeita de subtrair produtos destinados à merenda escolar. A Polícia Militar conduziu a mulher, de 61 anos, à Central de Flagrantes depois de encontrar alimentos e utensílios de limpeza em seu armário funcional. As autoridades investigam o caso como crime de peculato.
Desaparecimentos frequentes
Inicialmente, a direção da unidade escolar, localizada no Setor Residencial Pedro Ludovico, começou a perceber o desaparecimento constante de gêneros alimentícios e materiais de limpeza. Em seguida, diante da repetição das ocorrências, a equipe decidiu acionar a Polícia Militar para apurar a situação. Assim, a suspeita passou a ser tratada de forma oficial.
Ação policial
Logo depois, os policiais iniciaram diligências no local e, além disso, analisaram as imagens das câmeras de segurança da escola. Durante a verificação, a equipe encontrou diversos produtos no armário funcional da servidora, o que reforçou a suspeita de subtração dos itens. Em seguida, após a identificação do material, a polícia conduziu a mulher até a delegacia para os procedimentos legais.
Os agentes levaram a servidora à Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada. A mulher, que não teve a identidade divulgada, permanece à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação. Assim, a apuração busca esclarecer as circunstâncias e a extensão do possível desvio.
Processo administrativo
Além da investigação criminal, a servidora, que é efetiva, também deverá responder a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Dessa forma, a administração pública vai apurar responsabilidades no âmbito funcional. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o procedimento poderá resultar em penalidades administrativas.
Crime de peculato
O crime de peculato está previsto no artigo 312 do Código Penal. Ele ocorre quando o funcionário público se apropria ou desvia dinheiro, bens ou valores que estão sob sua responsabilidade em razão do cargo. Além disso, a legislação também considera peculato quando o servidor facilita o furto desses bens, mesmo que não seja ele quem realize diretamente a subtração.
Penas previstas
A pena para o crime de peculato é de reclusão de dois a doze anos, além de multa. No entanto, a punição pode variar conforme as circunstâncias do caso e a forma como o crime foi praticado. Paralelamente à esfera criminal, o servidor público também pode sofrer sanções administrativas, como a perda do cargo, por se tratar de uma infração grave que fere a confiança da administração pública.
Servidora da educação é presa em Anápolis por suspeita de desviar merenda escolar
Polícia encontrou alimentos e produtos de limpeza no armário funcional da servidora.
Uma servidora da rede pública de ensino foi presa na última quarta-feira (21), em Anápolis, suspeita de subtrair produtos destinados à merenda escolar. A Polícia Militar conduziu a mulher, de 61 anos, à Central de Flagrantes depois de encontrar alimentos e utensílios de limpeza em seu armário funcional. As autoridades investigam o caso como crime de peculato.
Desaparecimentos frequentes
Inicialmente, a direção da unidade escolar, localizada no Setor Residencial Pedro Ludovico, começou a perceber o desaparecimento constante de gêneros alimentícios e materiais de limpeza. Em seguida, diante da repetição das ocorrências, a equipe decidiu acionar a Polícia Militar para apurar a situação. Assim, a suspeita passou a ser tratada de forma oficial.
Ação policial
Logo depois, os policiais iniciaram diligências no local e, além disso, analisaram as imagens das câmeras de segurança da escola. Durante a verificação, a equipe encontrou diversos produtos no armário funcional da servidora, o que reforçou a suspeita de subtração dos itens. Em seguida, após a identificação do material, a polícia conduziu a mulher até a delegacia para os procedimentos legais.
Encaminhamento imediato
Posteriormente, os agentes levaram a servidora à Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada. A mulher, que não teve a identidade divulgada, permanece à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação. Assim, a apuração busca esclarecer as circunstâncias e a extensão do possível desvio.
Processo administrativo
Além da investigação criminal, a servidora, que é efetiva, também deverá responder a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Dessa forma, a administração pública vai apurar responsabilidades no âmbito funcional. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o procedimento poderá resultar em penalidades administrativas.
Crime de peculato
O crime de peculato está previsto no artigo 312 do Código Penal. Ele ocorre quando o funcionário público se apropria ou desvia dinheiro, bens ou valores que estão sob sua responsabilidade em razão do cargo. Além disso, a legislação também considera peculato quando o servidor facilita o furto desses bens, mesmo que não seja ele quem realize diretamente a subtração.
Penas previstas
A pena para o crime de peculato é de reclusão de dois a doze anos, além de multa. No entanto, a punição pode variar conforme as circunstâncias do caso e a forma como o crime foi praticado. Paralelamente à esfera criminal, o servidor público também pode sofrer sanções administrativas, como a perda do cargo, por se tratar de uma infração grave que fere a confiança da administração pública.
Casos semelhantes
Enquanto isso, situações parecidas já foram registradas em outras cidades de Goiás. Em dezembro do ano passado, em Aparecida de Goiânia, agentes da Guarda Civil Metropolitana identificaram a retirada irregular de aproximadamente 70 litros de leite e de materiais de papelaria do depósito de uma escola municipal.
Ocorrência em Aparecida
Na ocasião, a diretora da unidade e outras três funcionárias foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. Segundo elas, os produtos estariam próximos da data de vencimento e teriam sido liberados para retirada. Ainda assim, as autoridades abriram procedimento para apurar a regularidade da ação.
Assim, o caso registrado em Anápolis reforça a importância da fiscalização constante e do controle rigoroso sobre os produtos destinados à merenda escolar, que têm como finalidade garantir a alimentação dos alunos da rede pública.
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