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Servidoras públicas vítimas de violência doméstica poderão ter licença remunerada

de Vander Lúcio Barbosa
13 de janeiro de 2025
em violência
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Imagem: Reprodução

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A violência doméstica é uma realidade angustiante para muitas mulheres no Brasil, destacando a urgência de políticas públicas eficazes.

Em resposta a essa preocupação, um novo projeto de lei (PL 4.688/2024) foi proposto pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), oferecendo uma importante nova medida de proteção: licença remunerada para servidoras públicas vítimas dessa violência. Este projeto visa não apenas oferecer um refúgio temporário, mas também criar uma estrutura mais robusta de suporte e segurança.

Direito garantido

O projeto está atualmente em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e propõe alterações na Lei 8.112 de 1990. Ele garante que servidoras públicas em situação de violência doméstica tenham direito à remoção e licença remunerada, o que poderia proporcionar um alívio crucial, oferecendo tempo e espaço para buscarem segurança e reconstruírem suas vidas longe do agressor.

Esta licença, além de ser remunerada, poderá ser concedida anualmente por até 60 dias, com a possibilidade de prorrogação. Não dependerá de decisão judicial, bastando que a servidora apresente seu pedido, independentemente do interesse ou disposição da Administração Pública.

Impacto social

O impacto social desta proposta pode ser imenso. Cada dois minutos, uma mulher é vítima de violência doméstica no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Registros indicam que uma mulher é assassinada a cada seis horas e meia no país.

Segundo a senadora Ana Paula Lobato, as medidas existentes, como as previstas pela Lei Maria da Penha, não são suficientes. Este projeto busca expandir o alcance dessas proteções, assegurando que as servidoras públicas tenham garantido o direito de viver em segurança e dignidade.

Proposta inclusiva

Ao remover a necessidade de decisão judicial para remoção, o projeto amplia o alcance de proteção, evitando barreiras burocráticas que podem prolongar a exposição ao risco. Ana Paula Lobato enfatiza que tal proposta é um passo essencial para assegurar que estas mulheres possam continuar suas vidas e exercer seus direitos, incluindo o trabalho e a convivência comunitária.

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