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Surto já é o maior em 14 anos no País

de Everthon Daer
26 de janeiro de 2017
em Saúde
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O Brasil vive o maior surto de febre amarela em 14 anos. Até terça-feira, foram confirmados 70 casos da doença, com 40 mortes. Desse total, 21 são de pacientes que apresentaram os primeiros sintomas em meados de dezembro. O maior número de casos até então havia sido em 2003, quando foram confirmados 64 pacientes com febre amarela. Há ainda no país outros 364 casos em investigação, incluindo 49 óbitos.
Além do aumento expressivo do número de casos, a doença atinge um número maior de Estados e municípios. Em 2003, com o surto em Minas, os casos se espalharam por menos de 20 municípios do Estado. Agora, cerca de 40 cidades apresentam registros de pacientes com suspeita da infecção. Há notificações também em Espírito Santo, Bahia, São Paulo. No total, 60 cidades do país já relataram casos suspeitos.
´Não há dúvidas de que os casos vêm em maior número e atingem uma área maior´, afirma o infectologista da Fundação Oswaldo Cruz, André Siqueira. Para ele, não há um fator único que explique a expansão.
Entre as causas estariam maior circulação do vírus, desmatamento e mudanças do clima que favorecem a proliferação dos mosquitos transmissores da forma silvestre da doença. A a tese de que o surto em Minas pode estar relacionado à tragédia do rompimento da barragem em Mariana também está sob análise.
Ação tardia
Siqueira também acredita que medidas tardia de contenção podem ter sua parcela de responsabilidade. ´Desde o fim do ano passado há registros de morte de macacos, um indício de que o vírus da febre amarela poderia estar circulando de forma mais intensa´, disse. Para ele, com as notificações, seria necessário intensificar a vacinação da população suscetível.
O subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas, Rodrigo Said, garante, que medidas foram adotadas rapidamente. ´Os registros de casos em humanos começaram na primeira semana de janeiro. Providenciamos imediatamente vacinação de bloqueio´, afirmou.
Ainda segundo o infectologista, se houvesse vacinação adequada, óbitos provocados pela doença poderiam ter sido evitados. ´Os casos aconteceram, em sua maioria, em áreas consideradas de risco. Por que a população não estava vacinada?´. Para o Siqueira, o argumento de que o país vive ciclo de aumento de casos da doença a cada 7 ou 10 anos mostra falhas no método de imunização. ´Isso é um atestado de incapacidade de autoridades de saúde. Existe uma vacina contra a doença, uma vacina eficaz. Se há maior risco a cada ciclo de 7, 10 anos, por que medidas não são adotadas?´ Ele defende, por exemplo, que campanhas periódicas sejam feitas, sobretudo em áreas de risco.

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