O Departamento Amador do Anápolis Futebol Clube vem orientando os professores da Escolinha de Futebol a incentivar os garotos a treinarem no gol, na defesa ou, até mesmo, no meio campo. Em um levantamento feito pelo coordenador Alan George, com o apoio dos professores Márcio Borges e Wesley Sousa, 70% dos alunos querem ser atacantes; 15% meio-campistas; 8% volantes, 6% zagueiros e laterais e, apenas, 1% goleiros. E, esse desejo de atacante no brilho dos olhos da garotada tem uma explicação: Neymar, o craque brasileiro do Barcelona é referencia, no visual, na tentativa dos dribles nos treinos e, até, na camisa que os alunos usam antes de chegarem ao Centro de Treinamentos. Hoje, a Escolinha Tricolor conta com 275 alunos, aproximadamente, e, aqueles que fazem a opção por treinar como meias, ou defensores, queriam o ataque, mas acabaram se adaptando em outras posições. O professor Wandomar (treinador de goleiros) foi um dos idealizadores da isenção da taxa de matrícula para quem quiser aprender a jogar no gol posição menos procurada pelos alunos. Hoje, se aprende a jogar futebol no Anápolis desde os cinco anos e o senhor Gabriel Chavinhos, pai do Gabriel Lucas, deixou seu filho à vontade na hora de escolher a posição. “Até quando faz um gol aqui no treino ele grita o nome de Neymar”, revelou o pai do atleta sobre a escolha do filho em ser atacante. A mudança de pensamento sobre onde se deve jogar, entretanto, acontece após os 13 anos quando começam as competições mais disputadas. E, sonhar em ser um ‘novo Neymar’ é natural, como eu, ou você, já sonhamos ser Ronaldo; Romário; Zico, Pelé…
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