No primeiro semestre deste ano de 2023, a Universidade Estadual de Goiás, UEG, outorgou os diplomas de graduação a centenas de estudantes que, assim, se tornaram profissionais liberais e entraram, oficialmente, para o mercado de trabalho.
Certamente, é o coroamento de anos e anos de batalhas, de dedicação, de empenho para uma vida melhor. Muitas das famílias dessas centenas de formandos, por certo, não teriam a alegria de vê-los no encaminhamento de uma nova fase da vida, não fosse a existência da UEG.
Foi, por assim dizer, o coroamento da vitoriosa jornada acadêmica, celebrado junto a seus entes queridos, um fato inesquecível para todos.
Nada menos que 1.500 estudantes de mais de 35 cursos, de 41 câmpus espalhados por todo o território goiano, tiveram a oportunidade de oficializar a conclusão de sua graduação.
Os graduandos comemoraram, não apenas, o encerramento de sua trajetória acadêmica e o início de sua caminhada profissional, mas, também, histórias de superação, perseverança e conquistas individuais e coletivas.
Com a diplomação desses alunos, a UEG chega à impressionante marca de mais de 110 mil graduados ao longo de seus 24 anos de história, ou seja, uma média superior a 4.500 graduados por ano.
Nascida Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis (FACEA) nos anos 60, transformada em UNIANA (Universidade Estadual de Anápolis) e finalmente UEG (Universidade Estadual de Goiás), ela é, indiscutivelmente, um orgulho do ensino em Goiás e, muito especialmente, de Anápolis, onde tudo começou.
Em toda essa trajetória a, hoje, UEG enfrentou obstáculos, muitos deles considerados intransponíveis, a incompreensão e o descaso de governos, mas, mesmo assim, ela prevaleceu e se fortalece a cada ano que passa.
De uma acanhada sede no começo da Avenida JK, em dependências compartilhadas com a, então, Escola Normal Estadual “Professor Faustino”, no início da FACEA, a um moderno campus central às margens da BR 060 e vários outros espalhados em diferentes pontos de Goiás, a UEG pede passagem, avança rumo a novos e promissores horizontes.
É a caçula das universidades estaduais do Brasil. Mas, pelos números revelados, já disse, e muito bem, a que veio.
É claro que não se trata de uma universidade pronta e acabada. A UEG ainda tem um longo caminho a percorrer e precisa receber mais atenção por parte dos governantes.
Sua importância é evidenciada pelos mais de 110 mil profissionais formados em seus bancos e pelo impacto socioeconômico e cultural que a instituição proporciona a Anápolis, Goiás e ao Brasil.
A universidade continuará a influenciar a vida de muitos outros estudantes no futuro.




