Campanha usa caso do BBB 26 para alertar que assédio é crime e incentivar denúncias
O governo federal lançou uma campanha nacional de conscientização contra o assédio após um episódio no BBB 26 que passou a ser investigado como possível importunação sexual. A iniciativa utiliza peças visuais e textos divulgados nas redes sociais oficiais para reforçar a gravidade do crime e ampliar o debate sobre a segurança das mulheres em diferentes ambientes, inclusive em espaços de grande visibilidade pública.
Mensagem central
No primeiro material divulgado, o governo recupera a situação ocorrida no reality show e questiona: “Você não está segura em lugar nenhum? Nem sob o olhar de milhões de pessoas? Chega de assédio!”. Em seguida, a campanha destaca que o assédio não pode ser relativizado e afirma que não se trata de brincadeira ou erro de interpretação, mas de um crime previsto em lei. Além disso, a peça reforça que, se situações como essa acontecem em rede nacional, também podem ocorrer longe das câmeras.
Alerta às mulheres
A campanha procura, portanto, evidenciar a sensação constante de insegurança vivida por muitas mulheres. Ao mesmo tempo, o material busca fortalecer a importância da denúncia e do reconhecimento de comportamentos abusivos. Dessa forma, o governo pretende ampliar a informação sobre os direitos das vítimas e os mecanismos de proteção disponíveis.
Chamado aos homens
Outra parte da campanha se dirige diretamente ao público masculino. Nesse conteúdo, o governo convoca os homens a se posicionarem contra o assédio, a não concordarem com esse tipo de conduta e a alertarem amigos sobre a gravidade do problema. Além disso, o material orienta que, ao tomar conhecimento de situações de violência ou importunação, a população deve denunciar por meio do telefone 180, canal nacional de atendimento à mulher.
Divulgação oficial
As peças estão sendo veiculadas nas redes sociais do governo federal e fazem parte de uma estratégia de comunicação voltada à prevenção da violência de gênero. Assim, a campanha busca reforçar que o combate ao assédio depende de informação, responsabilização e participação ativa da sociedade.
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