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A vida de Jesus na visão do africano

de Rev. Wildo Gomes
30 de junho de 2017
em Opinião
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Certamente, a cena descrita neste texto geraria um problema trabalhista gravíssimo nos dias de hoje. A parábola é sobre um homem que possuía uma grande quantidade de terra e produzia uvas. Este homem tinha um problema sério que precisava ser resolvido: o tempo de preparar a terra e plantar já estava terminando e ele precisava fazer isto com urgência, ou talvez estivesse na época da colheita e corria o risco de perder toda a sua produção. A impressão é que ele sai desesperado à procura de trabalhadores. Na primeira hora, ele encontra um grupo de homens que estavam buscando o sustento para si e suas famílias e ofereceu-lhes o salário de um denário. O denário era uma moeda de prata com valor aproximado de oito quilos de pão e, se trouxermos para os dias atuais, seria equivalente a um dia de trabalho fixado pelo salário mínimo (fonte: www.abiblia.org). O grupo aceita a proposta e é levado ao campo. O proprietário, no entanto, percebe que o grupo contratado não conseguiria fazer todo o trabalho e sai novamente por quatro vezes: nove, doze, quinze e dezessete horas. A todos os contratados ele se compromete a pagar o mesmo valor, independente do horário em que começaram a trabalhar. Provavelmente, muitos consideram que ele foi injusto. Alguns dos trabalhadores contratados no primeiro grupo também pensaram assim. No entanto, o que este homem faz é o que eu faço com frequência e o que Deus faz diariamente. O meu argumento é o mesmo dele: o dinheiro é meu e eu faço com ele o que quero, dou quanto quero para quem eu quero. O homem não foi desonesto com os trabalhadores que o serviram mais tempo durante aquele dia. Desde o início, ele estabeleceu os valores e deixou que todos soubessem antes do início das atividades quanto receberiam. Como diz o ditado popular: ´O combinado nunca é caro´. Muitas vezes, alguns cristãos acham que estão sendo pouco abençoados quando comparam suas vidas à de outros que têm recebido de forma mais generosa as bênçãos dos céus. Porém, quem determina todas as coisas é o dono de todas as coisas. O critério que Ele usa não é critério humano e sim divino. Precisamos aprender a nos contentar com o que temos recebido de bom e de mau da parte de Deus, assim como nos ensina Jó: ´Aceitaremos o bem dado por Deus, e não o mal?´ (Jó 2:10b). O contentamento da alma humana é algo extremamente difícil de ocorrer. Nunca estamos satisfeitos, sempre queremos mais. Nós só seremos completamente felizes e gratos quando aprendermos o deleite e não a quantidade das bênçãos de Deus.

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