Sem dinheiro não se constrói asilos, centros de recuperação, hospitais, creches e orfanatos. Sem dinheiro não se paga salário de pastores, missionários, obreiros e funcionários que estão à frente da obra de Deus. Sem dinheiro não se compra sequer o pão e o vinho para celebrar a memória de Jesus. Abraão foi o primeiro homem a entender a necessidade de ser dizimista e sustentador da obra de Deus. Sua prosperidade é conhecida de todos que têm alguma compreensão bíblica. Existe um evangelho falso sendo pregado na atualidade de que se você der 100, Deus te devolverá 1.000; se você entregar sua pequena casa, Deus te dará uma mansão; você ofertar seu carro usado, Ele te entregará um veículo zero quilômetro. Aqueles que profetizam estas coisas estão descritos no livro de Mateus, capítulo 7, versículos 22 e 23 e receberão um sonoro e forte: ´Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno!´. Quando alguém me pergunta o que eu acho sobre dízimo, antes de responder costumo perguntar: ´Você é dizimista?´. Invariavelmente, a resposta é negativa, pois os que compreendem a importância dos dízimos já estão desfrutando das bênçãos sem medidas descritas em Malaquias 3:10. Quando Deus fala em bênçãos sem medidas, Ele não está falando apenas de dinheiro. A prosperidade pode estar em um lar estruturado, marido e esposa que se amam e se respeitam, filhos tementes ao Senhor e bem-sucedidos, vida profissional próspera, paz na alma, proteção, livramento de tragédias e, inclusive, de suprimento financeiro. Deus é tão generoso e nos beneficia com alguns mimos de vez em quando: um carro novo, uma casa ou apartamento para férias, viagens… Porém, Ele O faz quando quer e para quem Ele quer. Gastaria muito tempo falando sobre isto, mas uma coisa é certa: Ele é soberano, onipotente e onisciente. Sempre digo que o trabalho missionário se faz com promessas dos ricos e dinheiro dos pobres. Quando alguém me procura após o culto e me promete grandes ofertas para a Missão Vida, depois de tantos anos, não crio mais tanta expectativa, pois o índice de cumprimento destas promessas é baixíssimo. O hábito de Jesus de ficar ao lado do gazofilácio me chama a atenção. Ele estava interessado em saber o que as pessoas estavam doando, não porque esperasse um dia recorde em ofertas e sim porque, por meio da atitude dos ofertantes, conseguiria medir a obediência e disponibilidade do coração dos fiéis. Provavelmente, muitos não entenderam o comentário de Jesus, pois homens ricos já tinham depositado grandes e pomposas somas que eram as sobras de seus orçamentos. A viúva, no entanto, deu tudo o que possuía. Sem medo de errar: as pessoas mais prósperas que conheci são generosas no sustento da obra de Deus. Elas o fazem em obediência à Palavra do Senhor e por entender que seu dinheiro vai virar SSS – Sopa, Sabão e Salvação – e, ainda, resultará na disseminação do maior de todos os projetos: o Reino dos céus.
A oferta que agrada a Deus
Marcos 12:41-44
´Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía…´
Tarifaço e Bolsonaro e a pré-campanha de Caiado nas redes sociais
Deu muito o que falar o tarifaço do presidente Donald Trump, acompanhado do apoio ao ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Nas...



