Assunto em evidência, onde quer que você esteja, seja no escritório; seja numa mesa de boteco; seja em qualquer reunião de grupos ou associações, em quaisquer encontros, logo após os cumprimentos básicos vem a pergunta em alto e bom tom: como está a crise? O que você acha? Qual sua previsão? Quanto tempo? Entre outras. Já fui inquirido por um médio empresário, além das perguntas básicas acima, sobre se seria interessante dar uma parada nos negócios e ficar à espera de as coisas melhorem. Uau!… Quando me perguntam e me pedem a resposta, procuro conhecer um pouco da pessoa para entrar em diálogo que leve às respostas, às vezes convincentes. Às vezes, não.
Vivemos num País capitalista. Karl Mark (1818-1883), fundador da escola socialista, já pregava que o capitalismo se alimenta de crises. A história do capitalismo tem mostrado, realmente, que crises econômicas chegam com a explosão das bolhas criadas pelo acúmulo, ou concentração de rendas, ou, créditos. No caso brasileiro do momento (2015) a principal crise é a econômica causada por desajustes de gastos de governos (gastam mais do que arrecadam) burlando, inclusive, uma legislação existente que se chama “Lei de Responsabilidade Fiscal”. Esta situação, normalmente, cria excesso de demanda e tende a gerar inflação. É o que estamos presenciando.
A palavra crise é, normalmente, definida como uma fase negativa ou uma fase de substituições rápidas em que se pode colocar em questão o equilíbrio da pessoa (física e também jurídica). Sua evolução pode ser positiva ou negativa, dependendo de fatores inerentes a cada pessoa. Normalmente, períodos de crises levam-nos à vulnerabilidade; porém, da mesma forma, pode e deve ser uma excelente oportunidade para o crescimento da pessoa ou empresa. É certo que momentos de crise sempre existiram e, sempre, vão existir. Eles permitem o saneamento do mercado, pois é na crise que desaparecem empresas que não conseguem se adaptar. São destes períodos que surgem as inovações que vêm criar novos paradigmas de mercado.
Charles Darwin (1809-1882) já dizia que: “as espécies que sobrevivem não são as mais fortes, e sim as que mais rapidamente se adaptam a novas situações”. Este é o tom da conversa. Na crise, vence quem tem opções ou saídas rápidas. Neste contexto vale a lei do “Adapte-se ou Morra”. Não adianta sentar e se queixar. Melhor será procurar inovar seu processo produtivo, visando o aumento da produtividade e projetar o futuro para médio e longo prazos, usar a liderança pelo exemplo, usar a criatividade, enfim. Até porque o mundo (Brasil no meio) sempre viveu em altos e baixos. E, vai continuar assim… Daí, a máxima popular: depois da crise (tempestade) vem a bonança, e vice versa.
Aproveite, pois, este momento de crises generalizadas em nosso País (política, econômicas, social, corrupção, confiança, etc…) e procure criar as inovações necessárias para o seu negócio ou entidade, qualquer que seja. Afinal, para sobreviver e ter sucesso, cada organização tem que se tornar uma agente da mudança e o mais fácil é criá-la, lembrando, sempre, que a maior causa de morte entre as empresas ou entidades é a sua incapacidade de se adaptar às mudanças. Como estamos vivenciando, realmente, uma crise de grandes proporções em nosso País, o momento é oportuno e nos oferece a oportunidade de melhorias. Esse é o caminho! Não esquecendo, nunca, que momentos de crises, qualquer delas, podem nos trazer grandes e boas lições.
Tarifaço e Bolsonaro e a pré-campanha de Caiado nas redes sociais
Deu muito o que falar o tarifaço do presidente Donald Trump, acompanhado do apoio ao ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Nas...



