É mais ou menos esta a fase atual da sucessão ao Governo de Goiás. A aliança PMDB-PT vai de Iris; o PSDB vai de Marconi; o PP de Vanderlan Cardoso (ainda que muita gente não acredite que haverá tempo para a candidatura dele decolar; os chamados partidos nanicos também deverão marcar posição sem, no entanto, representar uma grande mudança a esse quadro.
Os partidos e pré-candidatos, agora, têm até o mês de junho para fechar as alianças e as chapas que devem ser homologadas em convenção partidária. O Democratas é o “padrinho” mais cobiçado, porque além de ser um partido com densidade eleitoral, dispõe de bom tempo na propaganda política. O que pode ser decisivo na disputa. A legenda pode tanto caminhar com Marconi, como também pode alinhar-se à terceira via. Da mesma forma, o PTB e o PDT ainda não estão definidos em relação a quem irão acompanhar na maratona dos votos.
Não há como dizer se a fase de nomes e mais ou menos importante do que fase de composição de alianças, que começa a partir de agora. Na verdade, os “noivos” não queriam aparecer e, agora, estão mostrando a cada, para ver se vai casamento. Aqui, a opção por amizade não funciona muito bem, muito embora, não deixe de acontecer, pois as divisões fazem parte do processo.
O eleitor somente aguarda para ser chamado para esta festa. É ele quem dará a benção final, na forma de votos depositados nas urnas, sacramentando uma união pelos próximos quatro anos…e que seja eterna, enquanto dure!
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