Mulheres empreendedoras

No mês de março, dedicado às mulheres, um estudo da SERASA Experian identificou mais de dois milhões e seiscentas mil delas, das quais 93% atuam como sócias de empresas, o que indica um perfil majoritariamente formalizado, com participação societária ativa nos negócios. O recorte final contempla mulheres classificadas como empreendedoras emergentes e jovens empreendedoras da base econômica, e possibilita uma leitura mais aprofundada dos hábitos e das condições financeiras desse grupo. Em relação à renda, 38,4% das mulheres empreendedoras têm ganhos de, até, dois mil reais mensais, enquanto mais de 11% contam com renda superior a 10 mil reais. A capacidade financeira mensal de mais da metade do grupo é de até um mil reais, e 47,3% apresentam alto nível de comprometimento da renda, entre 81% e 100%, o que indica uma realidade financeira apertada para uma parcela significativa dessas empreendedoras.
O estudo mostra, ainda, que 45,1% das empreendedoras utilizam o cartão de crédito como principal meio de pagamento, enquanto 32,6% apresentam forte afinidade com bancos digitais. Além disso, 84% desse grupo realizam compras online. Outro dado relevante é que quase 64% delas apresentam afinidade com o perfil de motorista por aplicativo, o que revela identificação com modelos de renda flexível, complementação financeira, além do uso de plataformas que permitem ajustar a dedicação conforme a sazonalidade do negócio.
Do ponto de vista etário, mais de um terço (34,3%) das mulheres que empreendem no Brasil tem entre 49 e 65 anos, seguido das faixas entre 39 e 48 anos (27,2%) e 29 e 38 anos (23,5%). Apenas 14,8% desse grupo tem entre 18 e 28 anos, indicativo de que o empreendedorismo feminino se consolida, sobretudo, com a maturidade, e não como primeira opção de carreira.
‘Cidadania canina’

Mais de um milhão de pets já receberam suas ‘carteiras de identidade’ no Brasil. O documento faz parte do cadastro no Registro Nacional de Cães e Gatos, o SinPatinhas, criado pelo Governo Federal para reunir informações sobre os animais de estimação no País. Com serviço de graça, em que o tutor entra com a conta gov.br no site do SinPatinhas, coloca os dados e a foto do animal. O QR Code gerado pode ser impresso e colocado na coleira do bicho. O Ministério do Meio Ambiente afirma que pretende usar as informações para orientar políticas públicas voltadas ao bem-estar animal.
E, em Anápolis, cães e gatos poderão ser sepultados em jazigos de suas respectivas famílias em cemitérios da Cidade, caso prospere a iniciativa do vereador Fred Caixeta (PRTB). Ele apresentou, em janeiro deste ano, projeto de lei que autoriza o uso dos espaços para este fim. O texto define que o sepultamento dos animais só pode ocorrer em campas e jazigos cujas concessões pertençam às famílias de seus tutores.
Já, em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas sancionou a lei que autoriza que os animais de estimação, como cães e gatos, sejam sepultados em jazigos familiares em todo o estado. A nova lei reconhece o vínculo afetivo entre tutores e animais de estimação. Pelo visto, os direitos dos pets estão cada vez mais presentes na sociedade brasileira.
Sem compromisso…
Nos últimos anos, o Brasil passou a registrar 45,7 divórcios para cada 100 casamentos, cerca de 420 a 450 mil divórcios por ano, o que consolida um cenário de despesas crescentes e alto desgaste emocional e financeiro. E, se o casamento exige planejamento financeiro, o divórcio exige fôlego. Em muitos casos, o valor gasto para encerrar uma união supera o investimento da própria cerimônia. Não à toa, cresce o número de pessoas que evitam vínculos legais formais e optam por relações com mais autonomia, clareza e liberdade, como os relacionamentos baseados na hipergamia, conhecidos como relacionamentos sugar. Cada vez mais, homens brasileiros buscam relações mais leves e alinhadas ao seu estilo de vida, e muitos encontram esse tipo de conexão em sites de relacionamento como o MeuPatrocínio, maior plataforma de relacionamentos sugar da América Latina. Segundo esta plataforma, o Brasil ultrapassou a marca de 18,4 milhões de usuários em 2025, um crescimento de 19,15% em relação a 2023.
Gerontocídio

Pena mais severa para matadores de idosos… A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica o crime de assassinato de idosos, com pena de reclusão de 20 a 40 anos, além de tornar o crime hediondo. A proposta será enviada ao Senado. De autoria do deputado Castro Neto (PSD-PI), o Projeto de Lei foi aprovado com substitutivo do relator, deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE). Para ele, o assassinato de pessoas com mais de 60 anos não pode ser tratado como simples estatística de homicídio comum. “Assim como ocorreu com o feminicídio, cuja tipificação própria representou avanços no reconhecimento da violência de gênero, o gerontocídio, também, demanda dispositivo específico para tornar visível a gravidade do ataque direcionado à pessoa idosa por sua condição etária”, afirmou o parlamentar.
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