Confira a coluna de variedades assinada pelo jornalista Nilton Pereira
Dadas como concluídas desde o final do ano passado, as obras do Anel viário do DAIA, ainda, não foram entregue oficialmente, ou seja, não foram inauguradas. Há quem diga que aguarda-se uma agenda política adequada para transformar a entrega de forma bem festiva e que resulte no “resgate” de uma demanda, há muito, pretendida em Anápolis.
Todo ano é a mesma coisa… começa o período chuvoso, multiplicam-se os acidentes rodoviários em todo o Brasil Na Região Centro Oeste não é diferente. Os dados da Polícia Rodoviária Federal atestam a evolução dos casos, muitos deles resultantes em tragédias. E, as falhas humanas são predominantes nos registros de ocorrências. Os dados assustam.
A Prefeitura, ainda, não anunciou o que pretende fazer com a área antes ocupada pela CIRETRAN-Anápolis, ao lado do Estádio “Jonas Duarte” cujas instalações foram demolidas. Trata-se de um bom espaço, em região nobre e que poderia, muto bem, servir para a implantação de equipamentos públicos, ou, a extensão do estacionamento do Estádio.
O novo Plano Diretor do Município, que entra para os debates na Câmara Municipal, Municipal este ano, traz, em seu bojo, uma série de mudança significativa na composição urbana da Cidade que deverá ganhar mais espaços para a redefinição de áreas habitáveis. Há quem diga que, com a aprovação, serão formados inúmeros condomínios residenciais.
Competição
A evolução econômica de alguns municípios do chamado “Entorno do Distrito Federal”, com destaque para Águas Lindas de Goiás, a quarta maior população do Estado, Valparaíso de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e a centenária Luziânia, causa um fenômeno inobservado para a economia de Anápolis. É que a “grande freguesa” que é Brasília, redirecionou parte de suas compras, principalmente de víveres e produtos de consumo direto, para as tais cidades que são mais próximas e permitem a contenção de gastos com deslocamentos. Antes, o Município era o grande “celeiro” da Capital da República. Hoje, está cada vez mais distante disso. Muita gente, ainda, se recorda dos numerosos deslocamentos de famílias brasilienses que vinham a Anápolis, notadamente nos finais de semana, para comprarem gêneros alimentícios. Esta frequência diminuiu muito. Só não vê, quem não quer ver. E, se não houver uma reação mais breve, a tendência dessas perdas é aumentar com o decorrer do tempo.
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