O fim da noite de domingo (2) e madrugada dessa segunda-feira (3) foi de carnaval e comemoração pela conquista do Oscar de melhor filme internacional por “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, que foi indicada para receber a estatueta.
Contudo, a premiação ficou com a jovem atriz Mikey Madison, do filme “Anora”, que arrebatou 5 prêmios, incluindo o de melhor filme dessa edição.
Foi, portanto, noite de celebração dos melhores na sétima arte, no red carpet do Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia (EUA).
Aqui no Brasil, a comemoração do Oscar de “Ainda Estou Aqui” foi embalada pelo carnaval. Um olho na folia e o outro na TV para acompanhar a noite de gala do Oscar 2025.
Em Olinda (PE), os tradicionais bonecos ganharam mais uma personalidade: a atriz Fernanda Torres. Ele foi personificada carregando uma estatueta do Oscar, que ela certamente não ganhou.
Mas valeu a criatividade e, muito mais, valeu a criação, que trouxe para o cinema brasileiro uma passagem da história do país e da família Paiva: o pai, Rubens; a mulher Eunice e seus cinco filhos.
O filme de Walter Salles e Fernanda Torres remonta a época do regime de linha dura, quando Rubens Paiva foi levado de sua casa por militares à paisana e depois desapareceu. Sua esposa Eunice (personagem de Fernanda) iniciou uma saga em busca do marido, por cerca de 40 anos, além de cuidar dos filhos.
Uma emocionante história da vida real que colocou Salles e Fernanda no centro das atenções do cinema mundial. Certamente, será um incentivo para o crescimento e uma ainda maior qualificação do cinema nacional.
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