Igor de Aquino foi morto na última terça-feira, 04/05, com um tiro no rosto. Namorada está presa por suspeita de homicídio
A Polícia Civil de Anápolis já começou a ouvir testemunhas na investigação da morte do agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Igor de Aquino, de 41 anos, assassinado pela namorada, na última terça-feira, 04/05, com um tiro na testa.
Durante o depoimento, a mulher e suspeita, de 29 anos, contou que ela e Igor tinham o costume de fazer brincadeiras com a arma descarregada e, neste dia, uma munição “passou despercebida”. Para o delegado Wlysses Valentim, responsável pelas investigações, a teoria, no entanto, parece ser improvável.
“Na data do fato, ela conta que a vítima teria colocado a arma na própria testa e pedido que ela acionasse o gatilho. Mas, após ouvirmos testemunhas, estamos começando a acreditar que essa versão é falsa, pois, de acordo com os colegas e amigos, Igor mantinha um cuidado extremo e até certo receio com a pistola de trabalho”, explica.
Ao Portal CONTEXTO, Valentim ainda revelou que, na verdade, o casal não mantinha uma relação estável e vizinhos de Igor alegam que, inúmeras vezes, escutaram gritos vindos do apartamento. “Os depoimentos dessas pessoas que moram próximo a vítima são cruciais para entender como era o relacionamento deles. Uma vez que o casal não tinha um compromisso sério e muitos amigos sequer conheciam a moça”, completou o delegado.
O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis ainda espera os laudos periciais, que serão liberados nas próximas semanas, e devem auxiliar no decorrer da investigação. A namorada, de acordo com a corporação, permanece presa.




