Participaram da enquete quase 1 mil pessoas entre as 12h e 20h
O Portal Contexto realizou uma enquete para saber se os internautas aprovam ou não a decisão do prefeito Roberto Naves de reaproveitar a obra paralisada da Câmara Municipal, para construir um novo Centro Administrativo.
A enquete foi feita utilizando recurso próprio do story do Instagram @contextoanapolis, exibindo a pergunta e dando a opção de escolher sim ou não como resposta. Ela ficou no ar entre 12h00 e 20h00 desta terça-feira, 21. Como de costume, nem todos os internautas que visualizaram a enquete participam com o voto. Mas, destes, 936 se manifestaram.

Do total, 73% (683) se mostraram à favor da decisão tomada pela prefeitura de Anápolis em dar sequência à obra, enquanto 27% (253) internautas, não concordaram com a ação do Gabinete Municipal.
Para chegar à essa decisão, a prefeitura inicialmente contratatou uma empresa especializada que realizou estudo sobre as condições estruturais do prédio. Esse estudo disse indicou a possibilidade de aproveitamento de cerca de 80% da estrutura.
Ainda de acordo com Roberto Naves, a parte da “pirâmide”- onde seria o plenário (se o prédio fosse destinado ao Legislativo)- está condenada, devendo receber um aterramento. A parte de subsolo, onde estava previsto se fazer um estacionamento subterrâneo, também será aterrada.
O projeto arquitetônico, que foi apresentado na exibição de um vídeo durante o evento, prevê que o prédio irá ganhar mais dois pavimentos, totalizando, então, quatro pavimentos com o térreo.
Roberto Naves adiantou que equipes da própria prefeitura vão desenvolver os projetos elétrico e hidráulico e os demais projetos serão colocados em licitação.

O prefeito estima um prazo de cerca de 180 dias para que a obra seja iniciada. O que deve ocorrer, provavelmente, no mês de janeiro do ano que vem. Já a conclusão da obra deve durar de 18 a 24 meses.
Com relação à destinação do espaço, Roberto Naves informou que a intenção é levar parte do atendimento das secretarias de Integração Social, de Saúde e de Educação, bem como o Rápido do Jundiaí, hoje funcionando em prédios alugados.
Roberto Naves afiançou que somente a economia com aluguéis deve ficar em torno de R$ 100 mil mensais.
O custo para o término da obra não foi definido, ainda, porque, de acordo com o prefeito, depende do término dos projetos. Contudo, ele frisou que Anápolis tem condições para buscar os recursos que forem necessários, devido a estar num patamar tranquilo em relação ao endividamento.
É o pior prefeito que Anápolis já teve nesses últimos 50 anos.
Mais de 20 milhões jogados no lixo. Espero que não se gaste outros 20 milhões para terminar essa obra desastrosa.