Nas eleições desse ano, o eleitorado brasileiro terá uma enorme responsabilidade sobre os seus ombros, com a missão de escolher quem vai governador o Brasil, o seu estado e quem irá representá-lo no Congresso Nacional (Senado e Câmara) e na Assembleia Legislativa.
Por Vander Lúcio Barbosa
Concorrendo a esses cargos, estão 20.665 candidatos, homens e mulheres, em sua maioria, certamente, bem-intencionados com as causas e as bandeiras que defendem. Nem todos, porém, são assim, infelizmente.
Então, a missão se torna mais difícil, porque é necessário, como reza o dito popular: “separar o joio do trigo”. Ou seja, separar o bom daquele que não é bom e ainda pode estragar o resto.
De forma que para fazer a escolha, os eleitores devem acompanhar o desenrolar do processo para conhecer o perfil dos candidatos. Quem é, de onde veio, o que já fez. E, claro, estar atento às propostas que os candidatos e candidatas colocarão em campanha na busca dos votos.
A campanha mal começou e já teve proposta mirabolante de substituir juízes pela Inteligência Artificial. Pode ser apenas uma narrativa, mas isso nem deveria ser cogitado.
Nos primeiros dias da campanha, a Justiça Eleitoral já recebeu mais de 1.000 denúncias de possíveis transgressões às regras do jogo eleitoral. E há uma preocupação maior com o uso da tecnologia da IA para difamações ou até mesmo, colocar na boca de candidatos, coisas que ele nunca mencionou ou mencionaria.
E o pior, nesse caso, é que muitas vezes fica difícil separar o verdadeiro do falso, ou seja, o joio do trigo. O que é ruim para a democracia.
Por isso é que cada eleitor deve aumentar o seu senso crítico para analisar se este ou aquele candidato ou candidata está trabalhando com a verdade; está colocando aos eleitores propostas que sejam factíveis e não vendendo terrenos na lua.
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