Jeovah Viana B. Júnior – Chegamos à reta final da campanha para a presidência da OAB Anápolis e nesse período de caminhada, no diálogo com colegas para construção de um projeto para a nossa Subseção, ao lado dos companheiros da Chapa 7, só reforcei a convicção que sempre tive: a nossa entidade precisa enxergar todos, estender as mãos e ajudar o profissional a evoluir e cumprir sua missão na sociedade.
O tempo agora é de uma Ordem Unida. Enfrentamos uma pandemia, algo inédito para nossa geração, e temos ciência que a OAB Anápolis precisa abrir suas portas para um projeto que permita que tenhamos mais chances de exercer nosso ofício e obter, com mérito, nossas conquistas. Enquanto representante da Casag na cidade, nos momentos mais difíceis da crise, acolhemos, demos atenção e realizamos um trabalho humanitário.
Temos visto diferentes tipos de campanhas. Algumas se apoiam em grupos econômicos para se perpetuarem no poder, outras fecham alianças com políticos, e tudo isto somente compromete algo fundamental na nossa jornada: o compromisso que a OAB Anápolis deve ter com as prerrogativas dos advogados e de ser um alicerce em todas as fases de sua trajetória profissional, seja ele jovem ou sênior.
Na campanha priorizamos a apresentação de propostas factíveis, calcadas na realidade da advocacia e que pretendem devolver à OAB Anápolis, a maior Subseção de Goiás, o tamanho que historicamente ela sempre teve. Vamos desburocratizar as ações e abrir diálogos. Somos uma chapa inclusiva, com ideias modernas e respeito à história, disposta a construir pontes porque não temos um projeto de poder, mas sim de gestão, que compreende que a OAB deve atender a todos.
A advocacia de Anápolis há muito tempo está nas mãos de um único grupo que muda as caras, mas mantém as mesmas práticas e ideias. Com os anos, passaram a administrar a nossa Ordem definindo as prioridades com base em suas realidades. Assim, a nossa OAB, que deveria cuidar da necessidade da maioria, passou a ser um clube de poucos.
Além disso, a OAB não pode ficar nas mãos de quem não tem experiência administrativa. Este é o momento de acertamos em um projeto responsável.
Nós, da Ordem Unida, reunimos experiência e temos vontade de fazer. Quando fui presidente, cometi erros e acertos e aprendi com todos eles, saindo ainda mais preparado. Agora sei que a Ordem precisa ser uma mão estendida aos advogados e advogadas. Não é hora de entrar em aventuras e muitos menos insistir em um projeto que já mostrou que está cansado, desmotivado e sem perspectivas.
Vamos mudar para melhor, vamos mudar para quem vai atender aos nossos interesses. Somos a Chapa 7, Ordem Unida, e convidamos as advogadas e os advogados de Anápolis a caminharem com a gente.