A data de 25 de maio celebra o Dia da Indústria. É, portanto, uma data que tem muito haver com Anápolis, do ponto de vista histórico e econômico. Hoje, o Município é reconhecido como um dos polos fabris mais bem estruturados do interior do Brasil. Também é reconhecido nacional e internacionalmente pelo potencial do seu polo farmacêutico, que tem pouco mais de 20 anos de existência e é um dos maiores do País.
Ainda, Anápolis tem dezenas de plantas fabris nos setores de alimentos, metalurgia e até uma montadora de veículos que opera com duas marcas internacionais: a CAOA- com as linhas de produção da Hyundai e da Chery, a primeira com sede na Coreia do Sul e a segunda na China.
Além disso, o polo industrial de Anápolis conta com o suporte do Porto Seco Centro-Oeste, reconhecida como uma das melhores estruturas de aduaneira do País.
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O que, então, tem faltado para que a indústria de Anápolis tome um novo impulso? Esse é um questionamento que é, ao mesmo tempo, um sinal de alerta. Afinal, já de algum tempo o Município não vê aportar grandes indústrias, seja dentro ou fora do Distrito Agro Industrial, o DAIA.
Seria uma imagem negativa dos projetos que estão aí há anos sem sair do papel: Aeroporto de Cargas, Plataforma Logística, Centro de Convenções, Anel Viário do DAIA? Não se trata, aqui, de buscar culpados. Mas buscar soluções; caminhos; ideias; projetos novos que possam novamente alavancar a indústria Anapolina, sem deixar de dar apoio e valorizar aquelas já instaladas e que também precisam de apoio e atenção. É um desafio de um olhar mais atento à nossa indústria.