A leitura sobre os números divulgados pelo IBGE, em relação ao PIB dos municípios goianos em 2017, permite visualizar uma boa performance de Anápolis, que registrou um aumento percentual de 8,27% na comparação com 2016 e, nominalmente, um acréscimo de R$ 1,085 bilhão. A participação do PIB anapolino na geração de riquezas em Goiás, foi de 7,2% para 7,4% de participação. Em 10 anos, o crescimento foi de quase 179%.
Esses dados, entretanto, não significam que o Município esteja em um “mar de rosas”. Obviamente, são dados positivos, sem dúvida. Mas, a geração de riquezas deve ser um processo contínuo e essa geração de riqueza deve ser acompanhada pela melhoria da qualidade de vida da população. Ainda há, em Anápolis, um fator negativo que é a média salarial baixa dos trabalhadores em geral e isso representa um impacto grande na economia.
Os indicadores, por outro lado, são fundamentais para que tenhamos um norte para as políticas públicas desenvolvimentistas. Temos que, cada vez mais, fortalecer a geração de empregos, com a atração de novos empreendimentos; temos de melhorar os indicadores da balança comercial, principalmente, no tocante às exportações; temos que avançar na agregação de valor ao emprego e, também, temos de avançar na área de inovação.
Enfim, há muito por se fazer. Não há espaço para a acomodação, ainda que os números sejam bons. Entretanto, eles podem melhorar e isso é uma tarefa de todos, cada um buscando fazer a sua parte.
Contudo, também não podemos deixar de comemorar e isso é importante para mantermos a autoestima, como combustível para enfrentarmos os desafios.
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