Esse bordão se encaixa em muitas situações. E, uma delas, é com relação à pandemia do chamado novo coronavírus. Que, aliás, já não é tão novo. Além de ser um vírus que, como o de outras famílias, vai sofrendo mutações.
Mas, já faz dois anos que a ONU declarou a pandemia da Covid-19. Uma doença que pegou a todos de surpresa, provocou muitas mudanças no nosso cotidiano, introduzindo, por exemplo, o trabalho remoto; as reuniões virtuais; o distanciamento social; o lockdown; o uso de máscara.
Enfim, foram muitas mudanças de comportamento e, também, no nosso ponto de vista de enxergar a realidade do sistema público de saúde, bastante afetado e que precisou se reinventar.
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Da mesma forma como a educação e a cultura tiveram de se reinventar com as aulas on line e as lives.
Mas, nesses dois anos de pandemia, sofremos mesmo foi com a dor da perda de pessoas próximas. Infelizmente, é difícil em algum núcleo familiar ou de amizade, não termos conhecimento de uma inestimável vida ceifada pela doença.
Para as pessoas que conseguiram se recuperar, em muitos casos, ficaram sequelas e traumas.
Contudo, a luta continua, porque a pandemia não acabou. E ainda que ela acabe ou se tivermos de conviver com a Covid, numa forma mais branda, nada vai fazer apagar o que se passou nesses dois anos.
Anápolis deu bons exemplos, mas também sofreu terríveis perdas. E com tudo que vivemos e aprendemos, vamos seguir à frente respeitando não só essa mas todas as doenças; respeitando a dor do próximo; respeitando a Ele e a nós mesmos.




