Em poucos dias, se iniciam as convenções que vão definir candidaturas e coligações com vistas ao pleito do mês de outubro. Neste ano de eleições gerais, caberá a nós eleitores a escolha de representantes para a Presidência da República, governos estaduais, Congresso Nacional (Câmara e Senado) e assembleias legislativas.
Por Vander Lúcio Barbosa
Às vezes, não nos damos conta do quão esse processo eleitoral é importante. Não se trata, apenas, de política, mas de decisões e decisões que vão impactar as nossas vidas. E isso pode ser para melhor ou para pior.
De alguns anos para cá, criou-se uma situação de descrédito em relação à política e aos políticos, por conta de escândalos, desvios de verbas uma série de outras atividades nada “republicanas”.
Contudo, está no eleitor a força de mudar essa situação e o instrumento para isso é o voto. Pode ser que não mude cem por cento. Mas, certamente, é possível sempre melhorar, depurar. Isso, porque temos sim pessoas que entram na política com determinação de efetivamente servir ao coletivo e não aos seus interesses próprios, apenas.
Existem políticos bons e ruins, assim como profissionais bons e ruins na engenharia, na advocacia, no jornalismo, na medicina e em todas as atividades que envolvem relações humanas.
De algum tempo, os chamados “fichas sujas” já não podem se candidatar. Isso é uma forma de depuração. Mas é a nossa decisão, com o voto, o instrumento maior de mudança.
E, mais do que nunca, precisamos de pessoas preparadas para governar e legislar o Brasil. E é no ambiente democrático das eleições e do voto que está o caminho desse novo olhar para o futuro do país, consequentemente, o futuro de Goiás e de Anápolis.
E, obviamente, a eleição não termina com o voto, ela vai além com a cobrança dos eleitos para os compromissos firmados com a sociedade.
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